Outubro 2016 - Ainda sou do tempo

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

... da Tabuada Escolar do Ratinho

quinta-feira, outubro 27, 2016 0
... da Tabuada Escolar do Ratinho



Foram muitos os que usaram a Tabuada Escolar do Ratinho de Alfredo Cabral, e aposto que a maioria teve uma edição com a capa que aqui apresento. Este livro já era usada nos anos 60 e 70 (com outras capas), mas esta dos anos 80 ficou marcada na memória de todos. Para além da tabuada, vinham pequenos exercícios e operações aritméticas, e até coisas interessantes como os 10 mandamentos do bom aluno. Esta capa simpática ajudava a criança a não ter tanto medo da matemática. Quem teve?











segunda-feira, 24 de outubro de 2016

... do Chocolate Taxi

segunda-feira, outubro 24, 2016 0
... do Chocolate Taxi
foto retirada de enciclopedia dos cromos

Foi um dos chocolates que marcou a década de 80, muitos se recordam do seu nome, mesmo que não fossem fãs dele. Era o meu caso, mas se me dessem um chocolate Taxi não dizia que não. Quem se lembra do gosto da bolacha Wafer com caramelo?

imagem retirada de http://enciclopediadecromos.blogspot.pt/











quinta-feira, 20 de outubro de 2016

... dos Cavaleiros do Zodíaco

quinta-feira, outubro 20, 2016 0
... dos Cavaleiros do Zodíaco


Os Cavaleiros do Zodíaco tiveram a particularidade de terem sido censurados no nosso país quando foram transmitidos pela RTP, e apesar de não ter tido o mesmo sucesso de outros animes, este desenho animado passou por mais cinco canais, provando que existia algum interesse por parte do público.

Saint Seya (Os Cavaleiros do Zodíaco) foi uma série de anime produzida pela Toei Animation, sendo emitida originalmente entre 1986 e 1989, baseada no Mangá com o mesmo nome de Masami Kurumada. Por cá foi a RTP a primeira a pegar na série, transmitindo em 1996 a versão original com legendas, mas depois de queixas por parte de pais que achavam o programa muito violento, o canal cancelou tudo, dando apenas 36 episódios. Com o sucesso de Dragon Ball Z, a SIC decidiu apostar em 1999 numa versão dobrada em português, que foi um pouco mal tratada pela constante mudança de horários.

Passou de forma fugaz pela SIC Gold, mas foi no canal Animax que encontrou uma casa em 2009. Ai foi de novo passada a versão original com legendas, passando episódios inéditos por cá. A SIC K e a SIC Radical deram continuidade anos mais tarde, dando versões mais recentes. No Brasil tem uma grande legião de fãs, sendo transmitida pela Rede Manchete entre 1994 e 1997, tendo sido repetida pelo Cartoon Network e pelo Band. Existem filmes que foram estreados nos cinemas japoneses e brasileiros, tal a popularidade por lá.



Um grupo de órfãos é treinado de forma intensa, desde tenra idade, para se tornarem uns Cavaleiros capaz de usar o poder do Cosmo, e protegerem dessa forma a reencarnação da deusa Atena. Os Cavaleiros de Bronze são assim forçados a combater contra os Cavaleiros de Ouro, a mando do vilão Papa do Santuário, e evoluindo os seus poderes e habilidades.

O Cavaleiro do Pégaso, Seya, era o protagonista da série, ajudado por Shiru (Cavaleiro do Dragão), o mais forte do grupo, Hyoga (Cavaleiro do Cisne), Shun (Cavaleiro de Andrómeda) e o seu irmão Ikki (Cavaleiro da Fénix).

A série ganhou uma legião de fãs por causa das batalhas e das diferentes mitologias abordadas, tudo isso acompanhado por uma banda sonora de qualidade. Para além de se manter fiel ao Mangá, teve algumas coisas exclusivas e o anime teve 3 grandes sagas, Santuário (1-73), Asgard (74-99) e Poseidon (100-114). Depois foram feitos vários OVA (filmes animação), mantendo o interesse pela série vivo e o sucesso foi tanto que em 2006 o criador voltou a escrever e desenhar novas sagas. Foi feito um filme em CGI e existe diverso merchandising que atesta a popularidade do anime.





terça-feira, 18 de outubro de 2016

... de brincar com o Gô-Gô

terça-feira, outubro 18, 2016 0
... de brincar com o Gô-Gô

Foto do blog brinquedo antigo
Mais um daqueles brinquedos que apesar de ter um conceito meio "aborrecido", teve bastante sucesso. O Gô-Gô apareceu no começo da década de 80, e em 1983 existiu uma forte campanha de publicidade da MMD, para que este se tornasse a febre desse verão.

Era um brinquedo de plástico, com uma forma semelhante a uma mini-raquete e que tinha um buraco no meio e uma bola de plástico dura presa por um fio, e o objectivo seria acertar no buraco e ir enrolando o fio dessa forma. De salientar que a bola era dura, por isso era normal ficarmos com dores nos dedos quando se falhava o buraco. Podia-se jogar sozinho, ou juntar amigos e competir a ver quem terminava primeiro. Que brincou com isto?

Imagem do blog Santa Nostalgia













segunda-feira, 17 de outubro de 2016

... do filme Carrie

segunda-feira, outubro 17, 2016 0
... do filme Carrie

Um de filmes de terror que mais gostei de ver, uma demonstração do quão cruel pode ser a vida no liceu e uma boa dose de horror psicológico. Carrie tem a particularidade de ser o primeiro livro de Stephen King, e também ser a primeira adaptação de uma obra do autor ao cinema.

O filme foi realizado por Brian De Palma, tendo estreado em 1976 e se tornado um filme de culto, com a cena icónica da jovem banhada em sangue a ser parodiada ao longo dos anos em diversas séries, filmes e desenhos animados. O filme serviu de rampa de lançamento para muitos jovens actores como Nancy Allen ou John Travolta, enquanto que Sissy Spacek teve uma magnífica interpretação no papel da pobre jovem Carrie, acompanhada por Piper Laurie, que brilhou no papel da sua mãe. Ambas acabaram por receber nomeações para Òscares, prova da qualidade da sua actuação.

A história mostra-nos como a jovem Carrie sofria de bullyng constante no liceu, e como isso começa a piorar, quando ela entra em pânico por lhe surgir o período enquanto ela tomava banho com as restantes colegas. Vemos que enquanto ela é gozada, aconteciam algumas coisas estranhas, como lâmpadas rebentarem do nada, ou coisas caírem de móveis sem nenhuma explicação. Se a vida de Carrie era má no liceu, por casa as coisas não eram melhores, com uma mãe que era uma fanática religiosa e que abusava verbalmente dela.


Na escola as coisas pareciam melhorar quando foi convidada para o baile, mas o casal popular interpretados por Nancy Allen e John Travolta decidem abater uns quantos porcos para encher um balde com o seu sangue. Eles colocam esse balde por cima do palco, e quando Carrie é chamada lá, leva com aquilo tudo, numa cena mítica e perturbadora. Enquanto está ali a ser gozada por todos, começam a acontecer coisas estranhas que acabam por matar todos dentro do ginásio e este acaba por pegar fogo.

Ao sair do ginásio, Carrie começa a ir a pé para casa, mas o casal Allen-Travolta não estava contente e tentam atropelá-la, mas são vitimas do seu poder, já que ela faz com que o carro capote e acabe por cair e explodir. Ao chegar a casa conta tudo enquanto é confortada pela sua mãe, que sugere que comecem a rezar para que as coisas melhorem. Mas Carrie acaba por ser esfaqueada nas costas pela sua própria mãe, e ela acaba por usar os seus poderes e matar a sua mãe com os utensílios básicos de uma cozinha. Atormentada por tudo o que tinha acontecido, perde controle e acaba por incendiar a  casa toda e a fazer desabar.

Em 1999 saiu uma sequela que foi um fracasso completo, e em 2013 apareceu um remake que não teve o mesmo impacto do original. Para além disso existiu um filme para tv e um musical. Quem mais ficou fã de King por causa deste filme?











terça-feira, 11 de outubro de 2016

... do Cake Bar da Dan Cake

terça-feira, outubro 11, 2016 0
... do Cake Bar da Dan Cake
Foto de Enciclopédia Cromos
Recordar hoje um dos bolos que fez parte da minha infância, devo ter comprado umas boas centenas mas não por gostar do seu sabor, mas por causa dos brindes que vinham neles. O Cake Bar era um bolo pequeno e rectangular de chocolate, onde vinha sempre um brinde, ou um autocolante ou um boneco monocromático (faria as delícias da ASAE) enterrado no mesmo.

Lembro-me do ritual de chupar os restos do chocolate do boneco, que eram quase sempre de desenhos animados de sucesso, como o He-Man ou Thundercats, enquanto que uma vez apareceram uns que pareciam armaduras espaciais e uma ou outra nave. Gostava bastante destes bonecos, eram pequenos mas cheios de pormenores, eram somente de uma cor e todos juntos formavam uma bela colecção. Nos cromos lembro-me de fazer do Justiceiro (Knight rider) e da Mafalda. Quem se lembra?


foto de http://btoys.blogspot.pt/




























Foto de http://enciclopediadecromos.blogspot.pt/



sexta-feira, 7 de outubro de 2016

... de ficar a olhar para os negativos das fotos

sexta-feira, outubro 07, 2016 0
... de ficar a olhar para os negativos das fotos


Uma memória rápida para aqueles que, como eu, perdiam algum tempo a olhar para os negativos das fotos a tentar decifrar o que lá estava. Era agarrarmos naqueles pedaços e colocarmos contra o sol, ou uma luz forte, e percebermos se tinha corrido tudo bem. Quem mais?










terça-feira, 4 de outubro de 2016

... do jogo da Batalha Naval

terça-feira, outubro 04, 2016 0
... do jogo da Batalha Naval

Era um dos meus jogos preferidos, talvez por ser uma das melhores coisas para se fazer numa aula de matemática, os cadernos com folhas quadriculadas eram a ferramenta ideal para se fazer uma jogatana de Batalha Naval.

As regras e os elementos que compunham o jogo eram simples, fazia-se duas grelha de 10x10 (uma de ataque e uma de defesa), identificando a linha superior com letras, enquanto que na lateral seriam números a serem usados. Depois distribuía-se pequenos quadrados que seriam como  Navios, e que o jogador adversário teria que tentar acertar com palpites do género "b-7" que podiam receber como resposta "água" "navio em questão" e o malfadado "afundaste".

Tínhamos direito a quatro navios só com 1 quadrado (vulgo submarino), três navios de 2 quadrados, dois de 3 quadrados, um de 4 quadrados e um porta aviões, com 5 quadrados a perfazerem um T. Haviam variantes em relação ao número de navios usados, mas esta era a mais comum. No Brasil faziam-se 2 grelhas 15x15 com mais navios por lá.

Os "navios" não podiam estar pegados, se bem que não evitava que batoteiros (como eu) fossem mudando alguns de lugar enquanto era humanamente possível. Os submarinos eram ideais para isso.
Era jogado por 2 pessoas e demorava ainda algum tempo. O "tabuleiro" era feito por nós, ou então usava-se cartões como o da imagem que eram dados em ocasiões como as eleições na escola por exemplo. Havia alguns que tinham um jogo em casa, onde se colocava pequenos barcos nuns aros com buracos. Tenho boas recordações deste jogo que era bem divertido e que até obrigava a alguma estratégia.