Julho 2016 - Ainda sou do tempo

segunda-feira, 25 de julho de 2016

... do yo-yo da Russell

segunda-feira, julho 25, 2016 0
... do yo-yo da Russell



Se os yo-yo voltaram a estar na moda nos anos 80, muito se deve ao acordo da marca Russel com a Coca-Cola, tornando o uso deste objecto uma febre que assolou todo o mundo, e Portugal e o Brasil não foram excepção.

Jack Russell era um habilidoso jogador de yo-yo que decidiu criar uma empresa no final da década de 40 que se dedicasse a promover o objecto, com demonstrações que ajudassem a popularizar isto junto de todos, especialmente os mais novos. Nos anos 80 um acordo com a Coca-Cola fez com que a loucura se instaurasse, todos queriam ter um oficial, quando no fundo parecia ser um yo-yo como qualquer outro.

Programas como os do Júlio Isidro mostravam jovens talentosos a fazer truques que a maior parte de nós não conseguiria reproduzir, mas que iríamos tentar com afinco. Quem teve um? Sabiam fazer truques?










sexta-feira, 22 de julho de 2016

... deste cartaz de gelados da Olá de 1984

sexta-feira, julho 22, 2016 0
... deste cartaz de gelados da Olá de 1984


Recordar aqui mais um cartaz de gelados da Olá, este de 1984 e ainda no seu formato horizontal sem nenhuma menina a embelezar a parte superior do cartaz. Neste há de realçar a novidade do refrescante Tigre, a combinação chocolate-banana do Popsi, o divertido upa upa com sabor a morango e ainda o mítico Cornetto de Whisky. Ainda tínhamos os de "gelo" de laranja e Ananás, além de duas variantes do Fizz, os clássicos sabores do Cornetto, o Epá, Perna de Pau e Super Maxi entre outros. Qual o vosso preferido?
















quarta-feira, 20 de julho de 2016

... do leitor de VHS

quarta-feira, julho 20, 2016 0
... do leitor de VHS


Um dos objectos que marcou a década de 80, todos queriam um leitor VHS para poder alugar as k7's no vídeo clube ou gravar algo da televisão. Só tive um aparelho destes na segunda metade dos anos 80, mas dei bastante uso ao mesmo e cheguei a ter dois móveis cheios de k7's gravadas.

A empresa JVC desenvolveu os primeiros aparelhos no começo da década de 70, entrando em competição com o Betamax da Sony na luta para serem a escolha definitiva como o aparelho a ser usado opor todos em casa. Para isso a empresa Japonesa tentou estabelecer umas regras que deviam ser seguidas pelas suas fábricas como o de ser compatível com qualquer aparelho de tv, das peças serem facilmente substituíveis para serem facilmente arranjados, a qualidade de imagem devia ser o mais parecido possível com o que era transmitido na televisão e a fita dar para duas horas de gravações eram algumas dessas regras.

Depois de convencer as maiores companhias da altura a optar pelo seu sistema em detrimento do Beta, e apesar de ter sido lançado depois (Beta saiu em 1975, VHS em 1976 no Japão e um ano depois nos EUA) acabou por vencer essa batalha tecnológica e quando saíram os primeiros gravadores, as pessoas já se tinham decidido por esses aparelhos como os seus favoritos.


Quem não teve um? De 2 ou 4 cabeças, todos passaram por rituais que ficaram na memoria de todos, o acto de rebobinar a k7, o desespero de ver a fita partir-se, o coolocar algo no buraco da k7 para que pudéssemos gravar por cima do que lá estava ou o tempo que se perdia a programar o aparelho para gravar os programas preferidos. O ir ao video clube perder horas na escolha de um filme ou esperando que alguém viesse entregar aquela k7 que estava sempre a ser alugada por todos.

Quem tinha dois aparelhos, usava um cabo para gravar do video clube ou k7's de amigos. A pirataria era vista com outros olhos, ninguém se importava com o que se gravava da tv, até havia revistas que incentivavam a isso, oferecendo as capas para as caixas. Quem teve um?








sexta-feira, 15 de julho de 2016

... de brincar com o Limão

sexta-feira, julho 15, 2016 0
... de brincar com o Limão

Já falei aqui da Bota Botilde, mas quem não teve esse mítico brinquedo, brincou muito com este limão. Era só colocar a argola no tornozelo e desatar aos saltos sem tropeçar na corda, existiam uns com um pequeno contador que ajudava a contabilizar as voltas, mas na sua maioria era um brinquedo simples que nos divertia muito. Quem brincou com um?
















quarta-feira, 13 de julho de 2016

... do Champô Foz Ovo

quarta-feira, julho 13, 2016 0
... do Champô Foz Ovo

Um daqueles produtos de que todos nos lembramos, de ver as nossas tias ou mães com uma embalagem de champô Foz na casa de banho, em especial a variante de ovo. Era algo destinado mais ao público feminino, ou para as mais velhas porque as mais novas não gostavam muito do cheiro, por norma preferiam o de maçã ou alperce. Quem era fã?













segunda-feira, 11 de julho de 2016

... do Pato Donald

segunda-feira, julho 11, 2016 0
... do Pato Donald



O Pato Donald é daquelas personagens que atravessa gerações e é conhecida um pouco por todo o mundo. Um pato com grande coração, um pouco azarado e que ferve em pouca água, seja na versão desenhos animados, seja nas revistas de bd. Criado por Walt Disney em 1934, tornou-se uma das maiores figuras da companhia e apesar de hoje não gozar da mesma popularidade de outros tempos, continua a ser uma figura muito querida por muitos.

Conheci Donald pelas revistas da editora Abril, ele que foi o primeiro dessa editora no mercado de revistas aos quadradinhos infanto juvenis em 1950, e era impossível não engraçar com ele. Os seus azares constantes faziam-me simpatizar com ele, e depois o seu temperamento fazia-me rir, fosse as picardias que tinha com os seus sobrinhos, as brigas com o vizinho Silva ou as querelas com o seu primo Gastão.

Volta e meia a RTP transmitia desenhos animados com ele como protagonista, a sua voz era super cómica divertindo tanto adultos como miúdos e o seu feitio ainda era pior, especialmente quando tinha que lidar com dois esquilos. Nas duas mídias mantinha o seu fato de marinheiro e o facto de ter diversos empregos, aparecendo mais tarde de forma esporádica em Ducktales e na casa do Mickey, sendo que na bd teve o expoente com Carl Barks e um enorme sucesso no Brasil, mas falarei disso num post diferente.

Quem mais era fã?









quinta-feira, 7 de julho de 2016

... de jogar ao Berlinde

quinta-feira, julho 07, 2016 0
... de jogar ao Berlinde

Um daqueles brinquedos que atravessa gerações, mas já não tem a mesma popularidade que ainda gozava na década de 80, onde se encontravam crianças em todo o lado a divertirem--se com os Berlindes ou guelas como alguns chamavam.

No Brasil é conhecido por bolinha de gude, mas por cá berlinde foi o mais popular, sendo que alguns deles tinham nomes particulares, como o abafador, a leitosa ou a bazuca. Compravam-se em diversos sítios, individuais ou nuns saquinhos de rede, e depois trocavam-se com outros colegas ou ganhava-se, e perdia-se, em jogos.

A forma mais popular de jogar isto era desenhar um círculo no chão e tentar com o polegar que o nosso berlinde afastasse os outros. Mas existiam outros jogos, como as 3 covinhas, esta variante consiste em fazer um percurso de ida e volta no qual o jogador tem que colocar o seu berlinde (bolica) dentro de cada cova, podendo também acertar nos berlindes dos adversários, afastando-os das covas por forma a dificultar as suas jogadas. O vencedor ganha o número de berlindes preestabelecido antes do jogo. Em algumas regiões as covinhas são cinco, sendo quatro na reta e uma na lateral formando um "L".

Quem jogava?













segunda-feira, 4 de julho de 2016

... de criar Bichos da Seda

segunda-feira, julho 04, 2016 0
... de criar Bichos da Seda

Uma recordação muito querida para muitos da geração de 70 e 80, especialmente os membros do sexo feminino, o criar bichos da seda. Eram outros tempos, e muitos vibravam por ter uma caixa de sapatos cheia destas pequenas lagarta.

Era o local mais comum onde os colocar, coberta com folhas de de amoreira que era também o alimento deles. Mais tarde viravam borboletas que depois criavam ovos que viravam bichos da seda.

Quem criou?