Fevereiro 2016 - Ainda sou do tempo

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

... do programa Cenas de um Casamento

segunda-feira, fevereiro 29, 2016 0
... do programa Cenas de um Casamento

Um dos programas que marcou o começo da SIC, esteve no ar entre 1994 e 1995, apresentando semanalmente um casal de noivos na preparação do seu casamento. Apresentado por Guilherme Leite, ia para o ar em horário nobre e caiu no goto dos Portugueses, gozando de alguma popularidade e sendo até alvo de paródia por parte do Herman José.

Guilherme Leite apresentava isto com bastante sobriedade, tendo sempre algum a vontade que lhe permitia fazer algumas pequenas graças com os familiares envolvidos no casamento. O programa viajava um pouco por todo o país, podendo ser na cidade ou no campo.














segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

... dos Excesso

segunda-feira, fevereiro 22, 2016 0
... dos Excesso

Quando nos anos 90 as boys band apareciam um pouco por todo o lado, Portugal não quis ser a excepção e a primeira banda do género a surgir por cá foram os Excesso. Tiveram logo uma grande aceitação por parte do público feminino e foram um sucesso avassalador de vendas, criando uma febre que iria demorar a desaparecer.

Os Excesso apareceram após um casting (como era comum neste tipo de bandas lá fora), recebendo depois um treinamento exaustivo a nível de dança de modo a executarem as coreografias que iriam levar o público a loucura. Existiu também um tratamento a nível de imagem e de como deviam agir diante das suas fãs, que rapidamente começaram a criar clubes e a seguirem eles para os programas de televisão e eventos um pouco por todo o país.

O primeiro disco, Eu sou Aquele editado pela Polygram em 1997, foi logo um sucesso de vendas sendo ajudado pelas aparições que faziam em programas da SIC, como o Roda dos Milhões ou o Big Show Sic. Rapidamente surgiram outras boys band, mas nunca nenhuma conseguiu os tirar do topo, sendo sempre os mais populares quando apareciam nas revistas como a Bravo ou 100% pop.

Foto de idolosecromosdamusicaportuguesa

A banda era constituída pelo Carlos, Gonzo, João Portugal, Duck e Melão. Uns com mais jeito para o canto que outros, uns mais populares que outros e assim foram gerindo o grupo que soube espremer bem o sucesso do primeiro álbum, foram dois anos onde apareciam um pouco por todo o lado, até que em 1999 decidem gravar um novo disco, chamado Até ao fim.

Apesar de não apresentar números tão estrondosos como no primeiro, não deixou por isso de ser um sucesso, com os membros a tentarem adoptar uma posição mais madura. As frases "sou tímido" ou "se não fossem as fãs não existíamos" deram lugar a pérolas como "sinto que crescemos como artistas".

Chegaram a originar uma colecção de roupas de João Rolo, e eram capas de revista com gimmicks como irem de helicóptero para concertos, ou aparecerem vestidos como armaduras. Mas como todas as febres musicais, esta esmoreceu e este grupo começou a sofrer com algumas discussões internas e um boato que envolvia Melão e o jogador de futebol Calado. Alguns dos membros ainda editaram discos a solo, como o Melão e o João Portugal, mas foram todos desaparecendo do mapa, levando consigo as restantes boys band.


















quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

... dos filmes Academia de Policia

quinta-feira, fevereiro 18, 2016 0
... dos filmes Academia de Policia

Recordar uma das franquias de Hollywood mais divertidas dos anos 80, os Academia de Polícia. Estes filmes mostram como se pode construir uma série de sucesso sem gastar muito dinheiro, apenas com um elenco divertido cheio de química, uma boa série de gags e um excelente antagonista.

O primeiro filme saiu em 1984, e mostrava aquilo que seria o conceito para os restantes 7, um grupo de pessoas sem muito a ver umas com as outras, a não ser o facto de serem párias da sociedade e que, por uma razão ou por outra, vão parar a uma Academia de Polícia. O elenco, liderado por Steve Guttenberg tornou-se o pilar principal da franquia, porque acabávamos por gostar de igual forma dos malucos que formavam esta Academia.

Na primeira película vemos como eles se reúnem, isto porque depois do mayor da cidade decidir que qualquer um podia ser polícia, todo o tipo de pessoa decide se inscrever na academia. No segundo, de 1985, eles vão ajudar o irmão do seu comandante, que se encontrava em dificuldades por causa de um gangue que aterrorizava aquela que já era uma das piores zonas da cidade. Os dois primeiros filmes tornam-se um sucesso de bilheteira, ultrapassando os 100 milhões de Dólares, tornando-se um enorme sucesso em Hollywood.


No terceiro Academia de Polícia (1986) vemos duas academias a competir pelos dinheiros do estado, sendo o último a apresentar Mauser como vilão, com o comandante Harris a voltar no quarto filme (1987), onde vemos algo semelhante ao primeiro, o facto de cidadãos comuns poderem se inscrever e fazer parte da polícia. O quinto filme, já sem Guttenberg, leva o grupo até Miami e antes de acabar a década de 80 tivemos um sexto Academia de polícia, com os nossos heróis a enfrentarem um génio criminoso. Depois só existiria uma nova película em 1994, com o grupo a ir até Moscovo.

Os 4 primeiros são aqueles que todos se recordam com saudade, isto apesar destes recorrerem quase sempre a um humor básico, com innuendos sexuais e comédia física à mistura. Mas era o elenco e a química entre todos que fazia o sucesso, recordemos então:

Guttenberg era Mahoney, um mulherengo irresponsável que adorava pregar partidas, ficando logo amigo de Larvell Jones, interpretado por Michael Winslow e que todos conheciam pelos seus dotes vocais capaz de imitar as coisas mais incríveis de se imitar.

Bubba Smith era Hightower, o negro calmeirão que assustava todos mas tinha coração de manteiga, David Graf era Tackleberry, o maluquinho das armas, Marione Ramsey personificava a calma de voz gentil Hooks e Leslie Easterbrook fazia de Callahan, uma loura alta que fazia todos ficarem a olhar para ela. Mais tarde juntaram-se Bobcat Goldwaith e Tim Kazurinsky que eram respectivamente Zed e Sweetchuck, oposto um do outro e que num dos filmes foram até antagonistas com um a ser um ladrão e o outro a vítima.



Para além disso tínhamos os vilões, com Proctor (brilhantemente personificado por Lance Kinsey) a ser o coitadinho pau mandado, que tanto apoiava o comandante Harris como o Mauser. G.W. Bailey foi Harris, de longe o melhor vilão da série, já que era mau e parvo, uma combinação imbatível, enquanto Art Metrano como Mauser era apenas um vilão sem alma.

O veterano George Gaynes era o comandante Lassard, um velhote simpático, ingénuo e muito distraído. Existiram outras personagens a ter algum destaque em alguns filmes, como o trapalhão Fackler, mas este era o grupo principal de personagens.

Logicamente que temos que falar também do bar Blue Oyster, um bar de gays que foi quase que um membro honorário da academia, pelas gargalhadas que causou e pela ajuda que dava a enganar e atrapalhar os outros. O sucesso desta franquia produzida por Paul Manslanksy era tanto que chegou a originar uma série televisiva e um desenho animados, ambos contando com a presença de Michael Winslow que se tornou o único membro a estar em todas as encarnações da academia.















quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

... do anúncio do Royco cup a soup

quarta-feira, fevereiro 17, 2016 0
... do anúncio do Royco cup a soup
Numa altura em que já falava de fast food no nosso país, a sopa Royco Cup a Soup tentava introduzir o conceito de sopa instantânea nos nossos hábitos alimentares. Foi com um anúncio de 1997 que ganhou popularidade, com o actor Nuno Melo vestido como alentejano e a elogiar a facilidade que era colocar aquela sopa numa caneca, juntar água quente e mexer.
















terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

... das revistas Super Jovem

terça-feira, fevereiro 16, 2016 0
... das revistas Super Jovem

A revista Super Jovem foi uma das publicações de maior sucesso dos anos 90, uma espécie de revista Bravo mas em Português, que fez furor junto dos adolescentes. Apesar de ter mais aderência por parte do público feminino, a mesma era abrangente com algumas edições a abordar futebol, ou filmes mais de rapaz.

E era uma revista sem aquelas coisas de "como beijar um rapaz" ou isso, tinha artigos interessantes, entrevistas com cantores, actores ou desportistas e até banda desenhada da Disney. O que era normal, era publicado pela editora Abril, depois ACJ, que editava também essas bd's. Para além disso vinham alguns posters, aliás chegaram a sair edições só com posters, algumas em tamanho gigante.

A revista era editada em formato A5, saía a segunda feira, posteriormente passando a sair pela quinta feira. Era conhecida por trazer também letras de músicas, passando mais tarde a ser editado em formato A4. O sucesso era tanto que chegaram a existir agendas com o mesmo nome.










segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Um Milhão de visitantes

segunda-feira, fevereiro 15, 2016 0
Um Milhão de visitantes

Muito obrigado a todos que ajudaram o blog a chegar a este número. Um Milhão de visitantes em apenas quatro anos é motivo de orgulho. Espero continuar a ter a vossa preferência, e viajarmos juntos pelas memórias de outros tempos.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

... dos cadernos do Pierrot

domingo, fevereiro 14, 2016 0
... dos cadernos do Pierrot

Recordar aqui os cadernos que apaixonaram muita menina nos anos 80, aqueles que tinham um Pierrot na capa. Não sei como aconteceu, mas de um momento para o outro só se viam cadernos destes, normalmente com um close up da cara desta personagem. Quem teve um?




















quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

... do filme Dirty Dancing

quinta-feira, fevereiro 11, 2016 0
... do filme Dirty Dancing


Era o típico filme para ver no dia dos Namorados, uma história de amor impossível com algum drama e muita dança pelo meio. Dirty Dancing tornou-se um clássico, batendo recordes de bilheteira e deixando algumas frases e momentos nas memórias de todos.

Dirty Dancing estreou em 1987, recebeu o nome Dança comigo em Portugal e Ritmo Quente no Brasil, tornando-se num sucesso em ambos os países também. Com Patrick Swayze e Jennifer Grey nos principais papéis, a história passa-se na década de 60 numa estância de férias, apesar de tudo no filme gritar anos 80 em determinadas alturas. Grey é Frances "Baby" Houseman, uma rapariga de 17 anos que se apaixona pelo instrutor de dança, interpretado por Swayze.

Apesar de no local e aos hóspedes serem ensinadas apenas danças de salão, os empregados dançavam outros géneros, mais sexys e animados que entusiasmam a jovem baby. Para ajudar Swayze numa competição, submete-se a um treino intenso o que causa alguns dos melhores momentos do filme. Eles vão desenvolvendo a sua relação, isto apesar de na vida real os dois actores não serem muito fãs um do outro.

Numa cena em que Swayze descia a mão pelo braço de Grey e esta começava sempre a rir-se, a insatisfação na cara do actor é real, já que ele odiava perder tempo naqueles momentos. A personagem de Grey vai ganhando confiança, e tornando-se uma melhor dançarina, protagonizando um momento emocionante quase no final, ao som de Time of my life.

Tornou-se um clássico das matinés da RTP e do VHS, apaixonando diversas gerações e cimentando o seu lugar de clássico moderno.

















quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

... do Sad Sam

quarta-feira, fevereiro 10, 2016 0
... do Sad Sam



Foi um clássico nos cadernos e papéis de carta dos anos 80, um cãozinho de olhos tristes que derreteu o coração de muita menina nessa década. Sad Sam and Honey eram dois Basset Hounds com um ar infantilizado, que adornaram todo o tipo de merchandising, desde peluches a cadernos, desde roupa ao papel de carta que todas adoravam coleccionar.










terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

... da música Fogo e Paixão de Wando

terça-feira, fevereiro 09, 2016 0
... da música Fogo e Paixão de Wando

Relembro hoje um dos maiores sucessos do cantor Brasileiro Wando, a música Fogo e Paixão que se tornou uma das favoritas nos programas de discos pedidos. Lançada em 1988, fazia parte do disco O Mundo Romântico de Wando e foi o maior êxito desse álbum.


Você é luz, é raio estrela e luar, Manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô Você é sim, e nunca meu não, Quando tão louca, Me beija na boca Me ama no chão.
Você é luz, é raio estrela e luar, Manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô Você é sim, e nunca meu não, Quando tão louca, Me beija na boca Me ama no chão.
Me suja de carmim, me põe na boca o mel, Louca de amor me chama de céu (oh oh oh) E quando sai de mim, leva meu coração, Você é fogo, eu sou paixão!
Você é luz, é raio estrela e luar, Manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô Você é sim, e nunca meu não, Quando tão louca, Me beija na boca Me ama no chão.
INSTRUMENTAL
Me suja de carmim, me põe na boca o mel, Louca de amor me chama de céu (oh oh oh) E quando sai de mim, leva meu coração, Você é fogo, eu sou paixão!
Você é luz, é raio estrela e luar, Manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô Você é sim, e nunca meu não, Quando tão louca, Me beija na boca Me ama no chão.
Quando tão louca, Me beija na boca Me ama no chão.
Quando tão louca, Me beija na boca
Me ama no chão.







domingo, 7 de fevereiro de 2016

... das Bombas de mau cheiro

domingo, fevereiro 07, 2016 0
... das Bombas de mau cheiro
Imagem retirada de Misterio Juvenil
Quem não se lembra do terror que era quando alguém lançava uma bomba de mau cheiro no autocarro? Ou quantas aulas não chegaram a começar porque alguém tinha colocado uma na sala? E para além das que comprávamos nas papelarias ou quiosques, existiam umas vagens que espremidas davam um odor pestilento indicado para o efeito que pretendamos. O pior era aqueles professores que nos faziam ficar na mesma a aula inteira, com as janelas fechadas. Estas bombas eram sempre acompanhadas do "é Carnaval ninguém leva a mal".



















quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

... das Raspas (ou castanholas) do Carnaval

quinta-feira, fevereiro 04, 2016 0
... das Raspas (ou castanholas) do Carnaval

Era uma das coisas que eu mais gostava no Carnaval, o estar a raspar numa parede esta fila. O muro ficava depois com a marca da raspagem, uma mancha meio avermelhada, e ao fazermos isto, ouvíamos um barulho tipo estalo. Para comprarmos isto, era só irmos a uma papelaria, drogaria, ou mesmo um daqueles quiosque que vendesse jornais, Havia quem chamasse isto de castanholas, porque ao colocar duas nas mãos fechadas e unidas, elas iriam estalar, o que fazia com que emitissem um som tipo castanholas.

















quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

... do Jean-Pierre Papin

quarta-feira, fevereiro 03, 2016 0
... do Jean-Pierre Papin

Foi um dos avançados que marcou os anos 90, jogando por clubes como o Marselha, Milão ou Bayern Munique. Papin era letal na pequena área e ficou conhecido pelos seus golos de técnica apurada.

Jean-Pierre Papin nasceu a 5 de Novembro de 1963 na França, começando a dar nas vistas em 1985 no Club Brugge, assinando no ano seguinte pelo Marselha onde se tornou um dos futebolistas mais conhecidos do clube e o melhor marcador do campeonato durante cinco épocas consecutivas, de 1988 a 1992.

Cimentando o seu lugar nas primeiras temporadas, Papin era já um dos destaques do clube quando este conseguiu o feito de ser tetra-campeão (de 89 a 92), e conseguindo até chegar a uma final da Taça dos Campeões Europeus em 1991, onde perdeu com o Estrela Vermelha de Belgrado na decisão por grandes penalidades. Foi também nesse ano que venceu a Bola de Ouro que premiava o melhor futebolista Europeu. Foi o único jogador a conseguir esse feito enquanto ao serviço de um clube Francês.


No ano seguinte bateu o recorde Mundial de transferências, assinando pelos italianos do AC Milão, sendo o primeiro Francês a rumar para o Calcio desde Michel Platini, mas onde não foi muito feliz, assolado por lesões e problemas na adaptação ao estilo de jogo dos Rossoneri. Apesar de ter sido campeão nas duas temporadas que passou em Itála, em 1994 foi para o Bayern de Munique onde também não teve muito sucesso, sofrendo com as lesões e jogando ocasionalmente como na final da Taça Uefa que venceu frente ao Bordéus, equipa para onde se transferiu em 1998.

Pela selecção não teve melhor sorte, apesar de apoiado por talentos como de Cantona e Ginola, não conseguindo grandes resultados quer nos mundiais quer nos europeus. Acabou a sua carreira em 1998, vendo o sucesso de uma nova geração de futebolistas franceses, e começando uma carreira de treinador que não conheceu o mesmo sucesso da sua como futebolista.
































segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

... dos Livros Uma Aventura

segunda-feira, fevereiro 01, 2016 0
... dos Livros Uma Aventura

A colecção de livros Uma Aventura foi para muitos o que os livros dos Cinco foram para outros, mas estes eram uma produção Nacional, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Um grupo de jovens que se tinha aventuras de todo o tipo, umas mais emocionantes que outras, mas todas com algum teor educativo na sua essência.

A editorial Caminho apoiou esta iniciativa de duas professoras que queriam cultivar o gosto da leitura nos mais novos, começando esta "aventura" literária em 1985, sendo que actualmente a colecção tem cerca de 57 livros. Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada tentavam fazer com que os seus alunos do 5º e 6º ano lessem mais, e usando o pseudónimo de Anel Alçães, começaram a produzir pequenos textos e a coisa foi desenvolvendo, tendo nascido assim Uma Aventura na Cidade.

Os protagonistas das histórias são cinco jovens: as gémeas Teresa e Luísa, Pedro, Chico e João. O cão das gémeas (Caracol) e o de João (Faial) por vezes também entram. Transcrevo a descrição habitual deles:

Gémeas Teresa e Luísa - São gémeas monozigóticas, com apenas uma pequena diferença que as distingue mas que é mantida em segredo. São as melhores amigas, e muito unidas. Segundo as autoras basearam-se em duas alunos suas, "duas gémeas deliciosas, vivas, divertidas, espertas, pareciam feitas de propósito para saltarem para dentro de uma história". O seu caniche Caracol participa em muitas da aventuras e já as ajudou algumas vezes, como no livro Uma Aventura em Lisboa.

Pedro - É um rapaz estudioso que tira boas notas e é considerado o mais inteligente do grupo, que mais tarde quer ingressar no curso de medicina. Vive com os seus pais e irmã. Segundo as autoras, é o "bom aluno, equilibrado, inteligente, leitor".

Chico - Entusiasta por desportos e que não gosta de ficar quieto muito tempo. É o mais corajoso e destemido do grupo. Não tem medo de uma briga, mas nunca com miúdos. Tem um irmão mais velho. Segundo as autoras é o "eterno reguila, o pior nas aulas, o melhor no pátio, sem saber o que há-de fazer a tanta energia e força".

João - É o mais baixo o que fez como que se juntasse ao grupo na primeira aventura. É um grande admirador de animais, em especial o Faial, um pastor alemão muito inteligente e bem treinado que defende o dono e os amigos. Vive com a sua avó, numa casa com jardim. Os seus pais trabalham na Alemanha e aparecem no livro Uma Aventura entre Douro e Minho.


A colecção foi bem aceite e muitos devoraram e seguiram fielmente as autoras. Confesso que não foi o meu caso, li alguns mas nunca me prenderam como os do Cinco haviam prendido. A prova do sucesso foi que a dada altura foi produzida uma série televisiva e foram feitos até alguns filmes.

Qual o vosso livro favorito?