Novembro 2015 - Ainda sou do tempo

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

... das Powerpuff Girls

segunda-feira, novembro 30, 2015 0
... das Powerpuff Girls

Sou um grande fã dos Cartoon Cartoons do Cartoon Network, e as Powerpuff Girls tornaram-se a dada altura um dos meus preferidos. Foram um símbolo do Girl Power, três meninas com super poderes e com atitude que conciliavam o ir à escola com o combate ao crime, enfrentando uma galeria de vilões bastante interessante.

As Powerpuff Girls foram uma criação de Craig McCracken, que o desenvolveu na faculdade, estreando como um Cartoon Cartoon no canal Cartoon Network em 1998. Esteve no ar até 2005, sendo nomeado e vencendo diversos prémios, para além de ter vários especiais e um filme que teve algum sucesso. Foram 78 episódios onde nos divertíamos a ver três meninas super poderosas (nome que teve no Brasil) a ter aventuras fantásticas, muitas das vezes enfrentando vilões que tanto podiam ter piada como ser bem perigosos.

Blossom era a ruiva líder do grupo, inteligente e sensata, Buttercup era a morena menina rapaz, impulsiva e corajosa, enquanto que a loura Bubbles era a mais inocente e ingénua das três.

Pudemos ver isto na TV Cabo no seu canal original, mas muitos viram pela primeira vez na TVI, numa versão dobrada em Português. Mojo Jojo e Him eram os vilões mais perigosos e depois existiam os patéticos que tinham os seus momentos, como os Amoeba Boys ou os Ganggreen Gang. Por vezes apareciam uns só de um episódio, como um simples chefe de família que um dia passa-se da cabeça ou um polícia corrupto.


Outras personagens regulares consistiam no Mayor de Townsvillle e a sua assistente (da qual não víamos a cara), a professora da escola e claro está o criador e "pai" delas, o professor Utonium. Volta e meia apareciam episódios delas só com os colegas da escola, ou então elas com alguma situação, como a Bubbles esconder um animal em casa ou encobrirem o facto do professor andar a roubar brinquedos para elas, para ficarem com eles.

Depois existiam episódios com referências de cultura pop interessantes, como quando quatro vilões se unem e formam um grupo que consegue derrotar as meninas num episódio cheio de referência aos Beatles. Alguns dos meus episódios preferidos incluem um que as meninas cortam o cabelo da Blossom de uma forma bastante interessante, ou aquele em que a Buttercup se recusa a tomar banho ou o que ela quer ganhar dinheiro com os dentes dos outros.

Envolvendo os vilões, gosto do que os Ganggreen gang enganam todos com falsos telefonemas, os que o Him aparecia, o do Mojo Jojo entrar numa festa de pijama das raparigas ou o que se descobre que ele ajudou na criação delas. Fora dos normais, adoro o que entra um mimo malvado e um de um mágico zombie. Era realmente uma série interessante, e das criações do Cartoon Network, uma das que se vê bem mesmo nos dias de hoje.














sexta-feira, 27 de novembro de 2015

... da banda Corrs

sexta-feira, novembro 27, 2015 0
... da banda Corrs


A banda Corrs teve o seu apogeu na segunda metade da década de 90, e o seu álbum Unplugged foi um dos maiores sucessos comerciais do virar do século, entrando para diversos tops e passando constantemente nas rádios de vários países.

Jim Corr e a sua irmã Sharon actuavam como um duo musical em bares da sua terra natal, a Irlanda e foi em 1990 que decidiram formar um quarteto, chamando as suas duas irmãs mais novas e formando assim uma banda familiar que produzia som com influência Celta e um tom de folk. Com uma mistura harmoniosa de instrumentos como o violino, guitarra, baixo e bateria entre outros, o grupo teve sucesso logo no seu primeiro disco.

Lançado em 1995, Forgiven not forgotten chegou a ser platina em diversos países, com destaque para a Irlanda, Austrália e Reino Unido. Os singles Runaway e o que deu nome ao álbum contribuíram para esse sucesso, fazendo com que a banda apostasse forte no seu segundo disco em 1997, que apesar de ter tido alguns singles de sucesso (como What can i do e So young), não foi tão bem recebido, a não ser no seu país natal.


Depois de terem gravado uma versão de Dreams para um tributo aos Fleetwood Mac, decidiram relançar este segundo álbum com novas versões dos seus singles de sucesso. Em 1999 sai em cd e dvd o seu concerto Unplugged, que catapultou o grupo para o estrelato a nível mundial. A versão acústica das suas músicas dava destaque as vozes e aos violinos, criando uma intimidade fantástica e vídeos que ficaram semanas nos tops de diversos países.

No virar do Século decidem lançar um disco numa vertente mais pop, o In Blue. Esse álbum ajudou a banda a manter o sucesso a nível comercial, e os singles Breathless, Give me a Reason e Radio voltaram a colocar o grupo nos tops mundiais e nas rádios. Pouco tempo depois faleceu a mãe deles, algo que afectou um pouco o grupo mas que não os afastou dos palcos.

Dedicaram o seu disco de 2005, Home, à sua mãe, mas pouco tempo depois decidiram parar um pouco para se dedicarem às suas famílias e a carreiras a solo. Curiosamente este ano anunciaram o regresso do grupo, vamos esperar para ver o que acontece.



















quinta-feira, 26 de novembro de 2015

... do Naybet

quinta-feira, novembro 26, 2015 0
... do Naybet

Naybet foi um dos melhores estrangeiros a jogar pelo Sporting Clube de Portugal, e um dos melhores defesas centrais que passou pelo nosso campeonato. Um jogador cheio de classe que ajudou a quebrar o jejum do clube leonino e que deixou saudades na sua massa associativa.

Nascido a 10 de Fevereiro de 1970 em Casablanca, Marrocos, Nourredine Naybet cedo começou a dar nas vistas, e aos 22 anos foi o capitão da selecção Marroquina que disputou os Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, o que acabou por lhe abrir as portas da Europa onde jogou pelo Nantes de França.

Foi titular na única temporada que por lá passou, indo parar ao Sporting de Sousa Cintra na temporada de 1994/95, para colmatar a saídas de Valckx.  Juntamente com Marco Aurélio assumiu-se logo como patrão da defesa e um dos preferidos dos adeptos leoninos, chegando a marcar dois golos, provando que podia ser útil na grande área contrária também. Foi peça fulcral para a conquista da Taça de Portugal, quebrando assim o jejum de título do clube de Alvalade.



Na temporada seguinte marcou 3 golos, continuando as suas boas exibições no centro da defesa, ajudando a equipa a vencer a supertaça e a chegar à final da Taça de Portugal, onde perdeu com o Benfica. Infelizmente foi vendido no final dessa temporada ao Desportivo da Corunha, a preço de saldo, onde esteve durante 8 anos, despertando a cobiça de grandes como o Manchester United ou o Real Madrid, devido a apresentar sempre boas exibições num campeonato competitivo como o Espanhol.

Venceu uma Liga, uma Taça do Rei e duas Supertaças e ganhando empatia com os adeptos, tendo tido direito a cânticos e tudo. Teve alguns atritos com o treinador Irureta e foi terminar a carreira para Inglaterra, alinhando pelo Tottenham de 2004/2005 a 2005/2006. Pela selecção do seu país foi sempre titular e esteve presente nos Mundiais de 94 e 98.

Foi um dos meus preferidos e que ajudou a trazer tranquilidade a uma defesa que não primava pela segurança.



















quarta-feira, 25 de novembro de 2015

... do anúncio da Control "de quem é isto?"

quarta-feira, novembro 25, 2015 0
... do anúncio da Control "de quem é isto?"

Deixar aqui um dos anúncios mais míticos do começo dos anos 90, que todos comentaram no dia a seguir e que era sempre mencionado no liceu, quando alguém fazia a mesma pergunta. Uma boa aposta da Control, algo simples mas que tentava demonstrar a importância do preservativo no dia a dia de um jovem.





                           











terça-feira, 24 de novembro de 2015

... do Lecas, mais certo que sem dúvida!

terça-feira, novembro 24, 2015 0
... do Lecas, mais certo que sem dúvida!

A personagem Lecas, do actor José Jorge Duarte, faz parte da infância de muitos de nós, sendo protagonista de muitos programas do final dos anos 80 e começo da década de 90. Hoje recordo o Mais certo que sem dúvida, que acompanhei nas manhãs de Sábado de 1991.

Lecas Mais Certo que sem Dúvida! foi mais um programa apresentado pelo actor José Jorge Duarte, encarnando a sua personagem mais popular, o Lecas. Foi transmitido entre 20 de Outubro de 1990 e 18 de Maio de 1991 no horário nobre da criançada de final de 80's começo de 90's, o Sábado de manhã. Dava no final da manhã, como era habitual na RTP nessa altura,

Da autoria de Manuel Vieira e Ana Vieira, contava ainda com três assistentes, Patrícia Vinagre, Sandra Lopes e Teresa Grilo. Havia jogos engraçados, sketchs humorísticos e convidados musicais, reportagens sobre temas interessantes para os mais novos e passatempos com prémios.

Chegou a ser lançado um cd com algumas das músicas do programa, chegando a #1 do top de vendas. Eu sempre gostei do Lecas, achava alguém divertido e "jovem", adorava as rábulas que faziam a dar a conhecer personagens históricas, e o jogo das grandes penalidades.













segunda-feira, 23 de novembro de 2015

... do eMule

segunda-feira, novembro 23, 2015 0
... do eMule

Numa altura em que existiam limites de downloads, todo o programa para descarregar ficheiros tinha que ser muito bem escolhido e havia factores importantes a ser considerados. O eMule tornou-se um dos favoritos dos Portugueses, quer pela grande variedade de ficheiros de origem nacional, quer pelo se poder controlar as horas de download.

O aplicativo para partilha de ficheiros eMule foi lançado a 13 de Maio de 2002, sendo mais um peer to peer numa altura que cada vez mais as pessoas queriam usar a internet para o download de ficheiros. Normalmente cada um desses programas era conhecido por ter uma grande variedade de algo em particular, no caso do eMule foi o facto de ter muita coisa de origem Portuguesa, fosse músicas, fotos softcore ou hardcore, ou desenhos animados falados na nossa língua.

Tinha uma função para recuperar ficheiros corrompidos, o que ajudava quando apareciam alguns problemas nas transferências. Quem mais usou este programa?

















domingo, 22 de novembro de 2015

... do jogo Alone in the Dark

domingo, novembro 22, 2015 0
... do jogo Alone in the Dark

Foi o primeiro jogo de terror em 3D, usando os gráficos de forma a criar um ambiente tenso e de horror, sendo aclamado pela crítica e pelo público pela sua qualidade a diversos níveis. Alone in the dark entrou para o livro do Guiness e originou diversas sequelas, tendo até tido direito a uma versão cinematográfica.

Criado pela Infogames para PC, este era para ser o primeiro numa série baseada no Call of Cthulhu, da obra de H.P. Lovecraft, mas o sucesso foi tanto que acabou por criar uma franquia com várias sequelas baseadas neste Alone in the Dark. Saiu em 1992 e foi logo considerado um dos melhores jogos da indústria, recebendo vários prémios da imprensa especializada e tornando-se um dos favoritos do público.

Existe a opção de escolhermos entre um protagonista masculino ou feminino (Edward Carnby ou Emily Hartwood respectivamente), que depois de escurecer são presos no interior da mansão assombrada de Derceto . Começava-se no sótão (o local do suicídio de Jeremy por enforcamento), e temos que encontrar uma saída, derrotando vários inimigos sobrenaturais, incluindo zumbis escravos, gigantes, e outros inimigos ainda mais bizarros, enquanto se explorava a mansão.


Começava-se sem armas, mas ao longo da história podíamos ir apanhando umas, apesar do combate só desempenhar um papel parcial na jogabilidade. Tínhamos que resolver vários quebra-cabeças e procurar na casa pistas para avançar na história e aprender mais sobre o que aconteceu antes da chegada do jogador.

Edward Carnby era um homem sem sorte, mas um investigador particular respeitável que é enviado para uma mansão na Louisiana para encontrar um piano antigo. Já Emily Hartwood era a sobrinha do último proprietário de Derceto.

Jeremy Hartwood foi o último proprietário da mansão Derceto e artista profissional. Horrorizado por pesadelos, que eram na verdade tentativas de Pregzt para possuí-lo, ele se enforca. Ezechiel Pregzt teria sido o mais sangrento pirata em todos os sete mares. Pregzt ancorou seu barco Astarte perto de Nova Orleans, Louisiana, e fez um esconderijo em um pântano, mas finalmente foi enforcado em 1620. Agora, o seu espírito vive debaixo da Mansão Derceto, esperando para viver novamente por possuir uma vida de acolhimento, humana e desencadear as trevas sobre o mundo.

A história é revelada ao jogador através de uma extensa série de livros e notas encontradas durante todo o jogo, e é fortemente influenciado pelas obras de Edgar Allan Poe e HP Lovecraft. O cenário para a história é inspirada por Poe "A Queda da Casa de Usher". Grimoires encontrados na biblioteca da mansão incluem o Necronomicon e De vermis Mysteriis, ambos tomados de Mythos de Cthulhu de Lovecraft.



























sábado, 21 de novembro de 2015

... do Macaco Adriano

sábado, novembro 21, 2015 0
... do Macaco Adriano


Foi um dos maiores símbolos da SIC no seu começo de vida, o Macaco Adriano era uma das figuras do Big Show SIC e tornou-se extremamente popular entre os mais novos, chegando a aparecer também no Buéréré. Foi uma ideia do produtor Ediberto Lima, e ajudou a destronar o programa Parabéns do Herman José e ajudar a estação a chegar a líder de audiências.

Era Carlos Ferreira o homem dentro do fato segundo sei, e a dada altura até músicas dedicadas a ele chegou a ter, provando a sua popularidade.
















quinta-feira, 19 de novembro de 2015

... da série Calor Tropical

quinta-feira, novembro 19, 2015 0
... da série Calor Tropical

Foi num Verão no começo dos anos 90 que pudemos ver a série Calor Tropical, transmitida no Canal 1 em horário nobre, conquistando alguns adeptos pelo nosso país. Uma série de acção passada em cenários quase paradisíacos, que mostra as aventuras de um ex agente da brigada anti tráfico na sua nova carreira como detective privado.

Tropical Heat foi uma produção Canadiana filmada no México (na 1ª temporada), Israel (na 2ª) e ainda na África do Sul (3ª). Criada por Sam Egan, a série teve 3 temporadas com 66 episódios no total, transmitidos entre 1991 e 1993. Misturando acção e comédia, o programa atingiu algum sucesso em diversos países, sendo que na Sérvia se tornou um programa de culto, já que servia de escape para os horrores da guerra que o país vivia na altura.

Em 2001 chegou a existir um filme, e algum tempo depois o actor principal visitou o país, onde foi recebido com pompa e circunstância. Por cá lembro-me de apanhar isto numa Segunda-feira de noite, de ter achado piada e de ter tentado seguir a mesma que era transmitido semanalmente no  Canal 1 da RTP.


Rob Stewart vestia a pele de Nick Slaughter, que se tinha mudado para a Flórida e decidido fundar uma agência de detectives. Bem parecido, chamava a atenção com o seu rabo de cavalo e camisas de cores berrantes, quase sempre desabotoadas. Carólyn Dunn dava vida a Sylvie Gerard, uma agente turística que virou a assistente de Nick, e como em tantas outras séries, notava-se uma certa química entre os dois mas que nunca avançou para algo mais.

Nick tinha a sua boa quota de engates, muitos feitos no bar da praia, onde o dono o ajudava nessas conquistas. A completar o elenco estava o tenente da polícia, Carrilo (Pedro Armendariz jr) que muitas vezes ajudava Nick nos seus casos.

Esta era uma daquelas séries excelentes para passar no verão, tinha belas paisagens de praias, mulheres bonitas (e algumas cenas quentes), muita acção e humor para descontrairmos um pouco a ver televisão.














quarta-feira, 18 de novembro de 2015

... da música Shaddap you Face

quarta-feira, novembro 18, 2015 0
... da música Shaddap you Face

Por vezes existem cantores que só com um single ficam na história para sempre, e no caso do Joe Dolce isso aconteceu com o hit Shaddap you Face. Uma canção divertida que nos deixa logo bem dispostos, chegando ao primeiro lugar em vários top's e marcou para sempre a carreira do cantor.

Joe Dolce escreveu a música que cantava num Inglês cheio de sotaque, falando sobre como a sua mãe falava consigo na infância, e a dada altura interagia com o público, pedindo para este cantar Hey quando ele assim o indicasse. Ficou três semanas no #1 do Reino Unido, oito na Austrália e chegou ao primeiro lugar em mais 11 países. Teve diversas versões por outros artistas, e é utilizado por diversos humoristas para versões engraçadas do quotidiano. Foi um dos maiores sucessos de 1981.


When I was a boy, just about-a eighth-a grade
Mama used to say, don't-a stay out late
With the bad-a boys always shoot-a pool
Gonna flunk-a school

Boy, it make-a me sick all the things I gotta do
Can't-a getta no kicks, always gotta follow rules
Boy, it make-a me sick, just-a make a lousy bucks
I gotta feel like a fool
(And mama used to say)

What'sa matta you, hey
Gotta no respect, whatta you think you do
Why you looka so sad?
It's-a not so bad, it's-a nice-a place
Ah, shaddap you face

Soon-a come-a day, gonna be-a big-a star
Gonna make a movies, buy a nice-a car
But still-a be myself, I'm-a never change a thing
Always dance and sing
('Cause I remember mama used to say)

What'sa matta you, hey
Gotta no respect, whatta you think you do
Why you looka so sad?
It's-a not so bad, it's-a nice-a place
Ah, shaddap you face

Hello everybody, that's out there in radio and television land
Did you know I had a bit hit song in Italy with this 'Shaddap You Face'
I sing this song and all my fans applaud
They clap their hands that make me feel so good
You ought to learn this song, it's really simple

I sing 'Whatsa Matta You', you sing 'Hey'
You sing the rest and at the end
We can all sing 'Ah, Shaddap You Face'
Okay, let's try it, really big Uno, Duo, Tre, Quatro

What'sa matta you, hey
Gotta no respect, whatta you think you do
Why you looka so sad?
It's-a not so bad, it's-a nice-a place
Ah, shaddap you face











terça-feira, 17 de novembro de 2015

... do Livro Cavaleiro da Dinamarca

terça-feira, novembro 17, 2015 0
... do Livro Cavaleiro da Dinamarca

 Sophia de Mello Breyner Andresen criou uma série de livros que viriam ficar na história da literartura nacional, como comprova o Cavaleiro da Dinamarca, que acompanhou diversas gerações de Portugueses. Muitos de nós travaram conhecimento deste livro na escola, já que fez quase sempre parte do plano de leitura e deve ter servido como porta de entrada para a obra literária desta autora.

Editado em 1964, o livro mostrava-nos a aventura de um Cavaleiro que decide viajar desde o Norte da Europa, até a Terra Santa, para orar no local onde Jesus tinha nascido. Ele deixa a sua família na Dinamarca, mas promete voltar para passarem de novo o Natal juntos.

Partindo na Primavera, chega rápido à Palestina e depois de uma peregrinação por vários locais sagrados, o nobre Cavaleiro chega ao local onde Jesus nasceu e passa a noite de Natal por lá. A viagem de regresso foi mais complicada, assolada pelo mau tempo que fizeram com que o Cavaleiro ficasse retido em Itália, onde fascinado pela beleza do país e decide o conhecer melhor.

Desesperado por regressar a casa, adentra na floresta onde vivia e tenta encontrar o seu lar, correndo inúmeros perigos quando uma tempestade quase lhe tira a vida, e tem ainda que enfrentar os perigos da vida animal que ali vivia. Segue uma luz forte que vê ao longe, sem saber que essa era da sua própria casa, fazendo com que ele chegasse são e salvo para a sua família.

Não é dos meus preferidos da autora, mas gosto de como existem várias histórias em paralelo ao longo doo livro, para além da mensagem de fé e esperança que acaba por ser o mote principal de toda a trama. A coragem que devemos ter quer para perseguir os nossos sonhos, quer para saciar a nossa sede de conhecimento.














segunda-feira, 16 de novembro de 2015

... do Filme Starship Troopers

segunda-feira, novembro 16, 2015 0
... do Filme Starship Troopers

Paul Verhoeven teve uns quantos filmes de sucesso nos anos 90, e no filme Starship Troopers teve um dos seus maiores êxitos. Um filme de ficção científica que era ao mesmo tempo uma sátira ao sistema militar Norte-Americano, para além de fazer apologia ao fascismo e utilizar algumas das imagens de marca do cineasta, como os anúncios e noticiários televisivos que ajudavam a avançar com a história.

Por cá recebeu o nome de Soldados do Universo, estreando a 30 de Janeiro de 1998, um ano depois de ter aparecido nos cinemas pela primeira vez nos Estados Unidos. O título Starship Troopers é o mesmo de um livro de Robert A. Heinlein, mas apesar deste ser também de ficção científica, as parecenças ficam por aí já que a versão cinematográfica segue outro rumo.

Ambientado no Século XXIII, a terra era como que um grande estado militar que colonizava e conquistava outros planetas, tendo encontrado dificuldades numa raça alienígena conhecida como os Insectos. Apesar da grande maioria dos humanos os achar uma raça inferior e ignorante, a verdade é que alguns membros dessa raça possuíam inteligência e sabiam criar armadilhas para os terrestres.


Acompanhamos a trajectória de Rico (Casper Van Dien), do seu melhor amigo Carl (Neil Patrick Harris) e de Carmen (Denise Richards), namorada de Rico, que andam juntos numa universidade em Buenos Aires e acabam por ir juntos para o exército. Juntamente com eles vai Dizzy (Dina meier), uma amiga deles que está também apaixonada por Rico mas este nem liga a isso. Na carreira militar eles acabam por se separar, Rico e Dizzy ficam na infantaria, enquanto que Carmen vai para piloto e Carl para a inteligência militar.

Na tropa fazem novas amizades, são desafiados pelos superiores e passam por algumas dificuldades. Sofrem um ataque terrível por parte dos insectos e é assim que percebem que estes também são inteligentes.Rico acaba por provar ser um bom soldado e vai recebendo várias patentes, subindo na hierarquia militar e chegando a tenente. Pelo filme vamos assistindo a diversas mensagens, que queriam realçar a lealdade cega que os militares exigiam, vamos todos para a guerra e vamos todos morrer.

Originou uma febre de merchandising, para além de ter produzido mais duas sequelas que não tiveram o mesmo impacto.














domingo, 15 de novembro de 2015

... do Batman The Animated Series

domingo, novembro 15, 2015 0
... do Batman The Animated Series

Batman TAS (The Animated Series) foi uma das melhores séries de animação dos anos 90, um desenho animado que respeitava a essência do Batman sombrio, inteligente e corajoso. Muitos de nós tiveram a sorte de ver isto nos finais de tarde do Cartoon Network, lá pelo começo da TV Cabo no nosso país. Influenciou outras séries de animação, e até a banda desenhada, que passou a incorporar algumas das suas personagens.

Bruce Timm e Eric Radomski foram as mentes por detrás deste programa, que apresentava uma complexidade e qualidade artística uns furos acima daquilo a que estávamos habituados. Os desenhos eram elegantes e  proporcionavam bons momentos de acção, para além de nos apresentar histórias sombrias e coniventes com a essência da personagem.

Esteve no ar durante três anos, de 5 de Setembro de 1992 a 15 de Setembro de 1995, num total de 85 episódios, transmitidos pela FOX e com produção da Warner Brothers, que produziu também dois filmes (um no cinema e outro para vídeo), que visavam capitalizar o sucesso de audiências que o programa tinha. Ficou em segundo lugar, sempre atrás dos Simpons, em diversas listas para eleger o melhor desenho animado de todos os tempos, para além de ser considerada a melhor versão animada do Batman.



Era evidente a influência dos filmes de Burton no aspecto visual do desenho, com as cores de tonalidade noir e coisas como dirigíveis da polícia, para além de todo o aspecto sombrio que a cidade apresentava. Timm tratou do aspecto visual das personagens, enquanto que Radomski idealizou o cenário gótico que podíamos apreciar em cada episódio. Paul Dini e Alan Burnett foram os outros dois produtores da série, que tinha Andrea Romano a dirigir o elenco de actores que dava voz aos heróis e vilões do programa.

Um aspecto curioso era de que os diálogos eram gravados com ambos os actores em estúdio, e não em estúdios separados como era hábito. Kevin Conroy era o Batman, Bob Hastings o comissário Gordon e Robert Constanzo como o detective Bullock. Tínhamos ainda a Melissa Gilbert (de Casa na Pradaria) a vestir a pele de Batgirl, enquanto que Loren Lester era o Robin. No lado dos vilões Mark Hamill (de Star Wars) roubava a cena como Joker, interpretando-o de uma forma irracional e muito a ver com a personagem.

O Pinguim foi outro dos vilões com um bom tratamento, mas no geral todos os que apareceram na série eram fiéis à BD e com um bom design artístico. E depois ainda houve o caso da Harley Quinn, a louca apaixonada pelo Joker, que teve tanto sucesso que acabou por ser incorporada na BD também.

Foi uma boa  série, acabei por comprar os dvd's e ao rever os mesmos posso comprovar que não envelheceram mal e a qualidade ainda está lá.





















sábado, 14 de novembro de 2015

... do Fininho no 1,2,3

sábado, novembro 14, 2015 0
... do Fininho no 1,2,3

Hoje deixo aqui uns vídeos de um dos actores mais queridos do nosso país, o grande Carlos Miguel, que ficou extremamente popular interpretando diversas personagens no programa 1,2,3 entre 1984 e 1985. Conhecido como o Fininho, aparecia a interromper o trabalho de Carlos Cruz, criando momentos bem engraçados e deixando todos bem dispostos.



















quinta-feira, 12 de novembro de 2015

... do Flãzinho

quinta-feira, novembro 12, 2015 0
... do Flãzinho
Espólio de David Martins
Alguém se lembra do Flãzinho? Foi um pudim da Longa Vida, que surgiu no final dos anos 80, começo da década de 90, e graças a uma boa campanha de marketing conquistou os mais novos. Aparecia em todas as revistas e havia um anúncio televisivo onde o pequeno pudim ganhava vida. Fiquem então com os cartazes e vídeo.



















quarta-feira, 11 de novembro de 2015

... da colecção Janela Mágica do Bollycao

quarta-feira, novembro 11, 2015 0
... da colecção Janela Mágica do Bollycao
Espólio Ana Trindade
Janela Mágica foi mais uma colecção de brindes do Bollycao que teve algum sucesso entre os mais novos, pode não ter tido o mesmo impacto dos Tou's, mas não deixou de ter o seu charme. Os tempos eram outros e não era preciso muito para encantar os mais novos, e algo tão simples como isto era o suficiente para nos deixar entretidos durante algum tempo.

Foi no final dos anos 80, começo da década de 90 que a guloseima Bollycao começava a dar os primeiros passos na conquista dos mais novos, e como tanta guloseima antes deles, também recorreram aos brindes. Depois do mega sucesso dos Tous e uma ou outra colecção, surgiu a primeira que não era cromos e sim uns pedaços de cartão com uma simples imagem desenhada num bocado de plástico que fazia como que uma janela. Depois puxava-se um pedaço de papel e via-se uma imagem completamente colorida, para deleite de muitos.













terça-feira, 10 de novembro de 2015

... da Novela Telhados de Vidro

terça-feira, novembro 10, 2015 0
... da Novela Telhados de Vidro

Telhados de Vidro foi a primeira Telenovela da TVI, transmitida em 1993 pelas 20h, tendo sido um fracasso de audiências, numa altura em que o canal não atingia grandes números. Natalina José, Victor de Sousa e Toze `Martinho eram alguns dos nomes do elenco, que davam vida à história escrita por Rosa Lobato Faria.

Foi uma produção dos estúdios Atlântida, e era assim a primeira aposta do canal numa telenovela em horário nobre, competindo com o telejornal da RTP, algo que não ajudou nada nas audiências. Tinha um elenco que misturava alguns veteranos com jovens actores, mas nenhum grande nome envolvido, o que fez com muitas pessoas não se interessassem pelo programa, que tinha textos da autoria da Rosa Lobato Faria, que entrava também na novela.

A TVI, ou Quatro como era conhecida, não tinha grandes audiências e depositavam algumas esperanças nesta novela e numa Venezuelana chamada Lágrimas que estreou no mesmo dia, mas que também não conquistou o público Português.

A história centrava na morte de um homem rico (Jacinto Ramos) que deixa a sua fortuna para  varías pessoas que entram depois em conflito. A vilã da trama era Maria Clara (Eugénia Bettencourt) apoiada pelo seu irmão desequilibrado, Viriato (André Maia). A música do genérico era cantada pela cantora Dina, com letra da autora da novela.








segunda-feira, 9 de novembro de 2015

... dos Whitesnake

segunda-feira, novembro 09, 2015 0
... dos Whitesnake

David Coverdale fundou os Whitesnake depois de ter saído dos Deep Purple em 1978, e depois de um começo onde tocavam material semelhante à sua banda anterior, o grupo começou a fabricar um som mais comercial, um rock acessível a todos e fácil de passar na rádio. Tiveram grande sucesso comercial na década de 80, com as músicas Here i go again e Is this Love a conquistarem os tops em diferentes países.

 David Coverdale saiu da banda Deep Purple em 1978, e em conjunto com Bernie Marsden, Micky Moody, Neil Murray, Procol Harum e Pete Solley, formou o grupo que viria a ser conhecido como os Whitesnake. No começo, tocavam Blues Rock e começaram numa dança de troca de membros que iria originar uma mudança musical nos anos 80, altura em que fizeram um rock mais comercial e acessível ao rádio.

Em 1987 saiu o disco que se tornou o maior sucesso comercial da banda, com os êxitos Here i go again e a balada Is this love. Antes do final da década tiveram ainda mais um bom álbum, com o guitarrista Steve Vai a dar um ar da sua graça. Os anos 90 foram os anos da internacionalização da banda, apesar de ir perdendo um pouco de fulgor e no virar do Século viver de reuniões ocasionais.

Mas em 2011 saiu um novo disco Forevermore e em 2015 sai o Purple Album, contendo músicas dos Deep Purple.

















domingo, 8 de novembro de 2015

... do filme Speed

domingo, novembro 08, 2015 0
... do filme Speed

Speed foi um dos maiores sucessos dos anos 90 e um dos filmes que ajudou a cimentar as carreiras de Keanu Reeves e Sandra Bullock em Hollywood. Um filme de acção passado quase inteiramente num autocarro, mas nem por isso com menos emoção do que outro filme do género. Originou ainda uma sequela, que não teve nem o sucesso e o carisma do original.

Em 1994 estreou nos cinemas um filme com um conceito original, ia ser passado quase inteiramente dentro de um autocarro e com uma forte componente de acção e fazendo lembrar os filmes de desastre de outros tempos. Realizado por Jan de Bont, tornou-se um sucesso de bilheteira e num dos mais populares da década, tendo no elenco nomes como Keanu Reeves, Sandra Bullock e Dennis Hopper.

A acção começa com dois polícias a tentar salvar pessoas de uma ameaça de bomba, interpretados por Keanu Reeves (Jack) e Jeff Daniels, que são bem sucedidos e fazem com que o bombista, Dennis Hopper, se queira vingar deles. Decide colocar então uma bomba num autocarro de passageiros, que não podia passar dos 80 km hora, Jack decide entrar no autocarro em andamento e no meio de algumas peripécias ficam sem condutor, tendo que a passageira Annie, Sandra Bullock, assumir a condução do veículo.


A partir daí vive-se situações emocionantes, desde a falta de gasolina a falta de estrada, passando pelos passageiros feridos e a tentativa de desarmar a bomba. Um dos melhores momentos foi quando o autocarro teve que saltar de um troço de estrada que não estava terminado.

A trama chega ao fim com o salvamento de todos e com Jack a seguir o resgate para o bombista de modo a tentar agarrá-lo. Tudo acaba em bem, com o filme a ser elogiado pelo público e pela crítica, o mesmo não acontecendo com a sequela, que é considerada uma das piores de todos os tempos, apesar de ter a presença da Sandra Bullock.









sábado, 7 de novembro de 2015

... da dupla Agostinho e Agostinha

sábado, novembro 07, 2015 0
... da dupla Agostinho e Agostinha

Volto a deixar aqui um vídeo a recordar a fantástica dupla interpretada por Ivone Silva e Camilo de Oliveira, no mítico programa Sabadabadu, já aqui recordado no blog. Agostinho e Agostinha eram dois bêbados que numa cantiga faziam uma crítica afiada ao estado do país, e é assustador ver como tudo se mantém ainda actual. Realmente fomos sempre um país em crise.


Ai Agostinho!
Ai Agostinha!
Que rico vinho
Vai uma pinguinha?
Este país perdeu o tino
A armar ao fino!
A armar ao fino!
Este país é um colosso
Está tudo grosso!
Está tudo grosso!
Anda tudo a fazer pouco
Da gente
Anda tudo a fazer pouco
Da gente

Falam prá aí que há demissões e admissões
Que nos partidos andam todos à tapona
O Zé pagante já se ri das revoluções
Mas sabe prá aí que há muita malta não (...)

Anda tudo a fazer pouco
Da gente
Anda tudo a fazer pouco
Da gente

Pra revisão Constitucional é o que eu digo
A liberdade não se pode deitar fora
Discutem muito, mas depois ficam amigos
E o Zé Povinho é que fica sempre à nora

Anda tudo a fazer pouco
Da gente
Anda tudo a fazer pouco
Da gente

Ai Agostinho!
Ai Agostinha!
Que rico vinho
Vai uma pinguinha?
Este país perdeu o tino
A armar ao fino!
A armar ao fino!
Este país é um colosso
Está tudo grosso!
Está tudo grosso!
Anda tudo a fazer pouco
Da gente
Anda tudo a fazer pouco
Da gente

Isto em política há pra aí muitos teóricos
Mas em teoria é só paleio e pouca prova
E só se fala dos tais chefes históricos
Quando afinal a gente quer é malta nova

Anda tudo a fazer pouco
Da gente
Anda tudo a fazer pouco
Da gente

E olha que muito que se leia e que se ouça
Chegamos todos sempre à mesma conclusão
Ele há menino que não diz coisa com coisa
E no final toda a gente lhe dá razão

Anda tudo a fazer pouco
Da gente
Anda tudo a fazer pouco
Da gente

Ai Agostinho!
Ai Agostinha!
Que rico vinho
Vai uma pinguinha?
Este país perdeu o tino
A armar ao fino!
A armar ao fino!
Este país é um colosso
Está tudo grosso!
Está tudo grosso!
Anda tudo a fazer pouco
Da esquerda
Anda tudo a fazer pouco
Da direita
Anda tudo a fazer pouco
Da gente














sexta-feira, 6 de novembro de 2015

... do Hino da SIC

sexta-feira, novembro 06, 2015 0
... do Hino da SIC


Hoje deixo aqui apenas o vídeo e a letra do Hino da SIC, algo que muitos sabem de cor porque acompanharam o nascimento do canal. Depois de décadas só com dois canais, finalmente tínhamos mais um, e a música tinha tudo a ver com aquele começo vibrante e animado.


Hino SIC, 1992

Letra:  Carlos Paulo Simões, Música:  Zé da Ponte

Era outubro, despertei

Era dia e gostei

Olhando à volta

Descobri

A íris das mil cores

Mais mil amores

E três odores

Que eu nunca conheci

Então gritei

Aconteceu

Aconteceu

Os segredos que sabemos

E as palavras escondidas

São promessas transformadas

São desejos desvendados

Não serei eu, mas tu

A tua força o teu acordar

Que vai dar lugar, enfim

Ao vibrar de todos nós

Os segredos revelados

E as imagens coloridas

São realidades nossas

São vitórias conseguidas

Não serei eu, mas tu

A tua garra, o teu despertar

Que vai dar lugar, enfim

À SIC ... de todos nós

Não serei eu, nem tu

Seremos nós

A sua televisão independente

SIC... SIC... SIC....












quinta-feira, 5 de novembro de 2015

... dos Motoratos de Marte

quinta-feira, novembro 05, 2015 0
... dos Motoratos de Marte

Foi um dos desenhos animados mais populares no começo da SIC, os Motoratos de Marte eram uns dos mais populares da SIC e marcaram uma geração. Com uma dobragem Portuguesa de qualidade, era mais um daqueles programas onde essa particularidade atraía mais o público do que o próprio desenho em si.

Biker Mice from Mars (motoratos de Marte) foi uma criação de Rick Ungar em 1993, com produção de New World International e da Marvel, sendo produzidos 65 episódios num total de três temporadas. Estreou no Buéréré da SIC em 1994, e tornou-se bastante popular, tanto pela dobragem como pelo conceito todo da coisa.

No desenho víamos 3 ratos antropomórficos, o Bugias (Joaquim Monchique), o Modo (António Semedo), e o Vinnie (Rogério Samora) que fogem da guerra em Marte, o seu planeta Natal. Os Plutarquianos (habitantes de Plutárquio) invadiram Marte para roubar recursos naturais para o seu planeta. Os ratos acabam na cidade de Chicago onde fizeram amizade com a mecânica Charley e tentam impedir que o Limburger (um Plutaquiano) e os seus ajudantes levem os seus planos afim de roubarem os recursos da terra.

Houve uma caderneta com algum sucesso, e lembro-me da Ana Marques a apresentar sempre passatempos com prémios alusivos a eles.














terça-feira, 3 de novembro de 2015

... da série Beverly Hills 90210

terça-feira, novembro 03, 2015 0
... da série Beverly Hills 90210

Recordar hoje uma das mais populares séries juvenis dos anos 90, Beverly Hills 90210. Um programa que criou ídolos entre os mais jovens, e deu o tom para um género de séries que se iria tornar muito popular.

Beverly Hills 90210 foi mais uma criação de Aaron Spelling, com ajuda na produção de Darren Star e E.Duke Vincent, estando no ar durante uma década, de 1990 a 2000, num total de 10 temporadas e 293 episódios. Foi para o ar na FOX, e depois de uma primeira temporada fraca em audiências, a coisa melhorou a partir da segunda, depois da estação ter decidido retransmitir a primeira durante o verão, onde não tinha nenhuma concorrência. Por cá foi transmitido pela RTP, sendo que no começo foi dado o nome de Febre de Beverly Hills, mas depois ficou apenas com o nome original, sendo que a numeração lia-se Noventa duzentos e dez.

Teve relativo sucesso no começo, mas a coisa foi crescendo, a RTP repetiu-a por diversas vezes durante a década de 90, de manhã e tudo. No Brasil teve mais sucesso, e era conhecido pelo nome Barrados de Baile. Jason Priestley e Luke Perry eram estrelas da revista Bravo, sendo dos posters mais procurados pelo público feminino, enquanto que as actrizes Shannen Doherty, Jennie Garth e Tori Spelling se tornaram nomes muito populares na indústria.

A história centra-se no núcleo da família Walsh, quando o pai Jim recebe uma promoção e tem que se mudar para a Califórnia, com a sua mulher Cindy e os seus dois filhos, Brandon (Priestley) e Brenda (Doherty). Brandon era o típico rapaz bem comportado, que não se deixou deslumbrar pela nova vida e manteve os seus principíos enquanto que Brenda mudou rapidamente de comportamento, envolvendo-se sempre em problemas, um pouco à imagem da actriz que lhe dava vida, e que saiu do programa na quarta temporada por causa de ser bastante problemática.


Acabam por fazer amizade com o grupo que se iria manter o núcleo principal da série, apesar de algumas saídas e algumas entradas, como é hábito nestes programas. Mas existiam alguns erros gritantes no casting, como a Actriz Gabrielle Carteris, que com 29 anos, dá vida a Andrea Zuckerman, uma geek com metade dessa idade, e é lógico que ao longo do tempo a idade fazia com que fosse impossível acreditar naquilo.

Ian Zerling e Jennie Garth eram respectivamente Steve Sanders e Kelly Taylor, os típicos louros ricos e fúteis, mas que vão mudando ao longo do tempo e amadurecendo, muito por causa da influência de Brandon nas suas vidas. Donna Martin (Spelling) era a "loura burra" do grupo, para além de protagonizar uma virgem que não queria ceder facilmente aos avanços do seu namorado David, interpretado por Brian Austin Green que era o membro menos dado do grupo.

Luke Perry era o rebelde do grupo, e a sua personagem Dylan tornou-se imensamente popular por isso, apesar de ser outro que acusava a idade, acabando por sair a dada altura mas voltando para as duas temporadas finais. Das várias personagens que foram entrando para o lugar de outras, a mais popular foi a de Tiffani-Amber Thiessen, uma amiga da família Walsh, que causou grandes problemas por causa do seu comportamento, que envolvia consumo de droga e tudo.

Para além dos típicos problemas escolares, e a constante troca de namorados entre os membros do grupo principal, o programa abordou temas como o consumo de drogas, vício de jogo, virgindade e aborto entre outros temas polémicos. Lembro-me de seguir as primeiras temporadas com bastante interesse, mas perdi o rumo a dada altura com tanta saída e entrada.





















segunda-feira, 2 de novembro de 2015

... do Walter Zenga

segunda-feira, novembro 02, 2015 0
... do Walter Zenga

Um dos melhores guarda-redes da história do futebol, Walter Zenga foi o guardião das redes do Inter de Milão durante quase toda a década de 80, e começo da de 90. Conhecido pela sua segurança entre os postes e a sua agilidade, Zenga deixou o seu nome escrito na história do futebol.

Walter Zenga nasceu a 28 de Abril de 1960, em Milão na Itália, começando a jogar nas camadas jovens do Inter Milão em 1971, começando assim uma carreira no clube que iria durar até 1994. Quando atingiu a idade de jogar pela equipa sénior, tinha o seu lugar tapado por Ivano Bordon, sendo emprestado a equipas de outras divisões, onde foi crescendo e esteve durante quatro anos, até ser a altura de regressar a casa em 1982.

Zenga começou a dar nas vistas pela sua agilidade, e em 83 era já o titular da equipa numa época que não correu muito bem, perdendo o título nas últimas jornadas e caindo nas meias finais da taça Uefa frente ao Real Madrid. Começou a ganhar a simpatia dos adeptos, e a sua qualidade dentro de campo não passava despercebida, sendo chamado para ser o terceiro guarda redes da Itália no mundial do México em 1986.

No clube as coisas não passavam de algumas temporadas a lutar pelo título, e outras que corriam menos bem, sendo que era na selecção do seu país que Zenga brilhava, fazendo uma boa campanha no europeu de 1988. No ano seguinte começa a conquista de troféus no Inter, vencendo o campeonato e a supertaça, para além de ter sido eleito o melhor guarda redes do mundo, algo que se repetiu nos dois anos seguintes, numa altura que começava tudo a correr bem na sua equipa.


Em 90/91 vence a taça Uefa com o seu clube, e no mundial de 90 foi o titular da sua selecção, ficando no terceiro lugar da competição. Apelidado por muitos de Homem-Aranha, voltou a conquistar a Taça Uefa em 1993/94, saindo depois do seu clube para o Sampdoria, quando o Inter teve uma mudança de presidente.

Por lá as coisas não lhe correram bem, com lesões a não o deixarem actuar ao seu melhor nível, ficando por lá duas temporadas, indo depois para o Padova antes de sr chamado para os Estados Unidos, onde jogou pelo New England Revolution, onde terminou a sua carreira no final dos anos 90.

No papel de treinador não tem dado muito nas vistas, mas é sempre recordado com saudade pelos adeptos do Inter, onde falam sempre do nome dele para assumir um lugar no banco. Era um dos meus guarda redes preferidos, gostando bastante da forma como ele se portava entre os postes.












domingo, 1 de novembro de 2015

... do Duke Nukem

domingo, novembro 01, 2015 0
... do Duke Nukem

Uma das maiores personagens dos jogos de PC dos anos 90, Duke Nukem ganhou o seu espaço num mundo que começava a ser dominado por videojogos para consolas e abriu portas a um novo género de jogo.

O primeiro Duke Nukem saiu em 1991, criado pela 3D realms para o sistema MS-DOS, num jogo 2d que se tornou muito popular e um dos jogos de PC que melhor combateu a popularidade das consolas e seus jogos. A sequela de 93 continuou a ter sucesso, com uma melhoria significativa nos gráficos, melhoria que continuou na versão de 1996, Duke Nukem 3D que saiu também para as consolas e fez com que a personagem atingisse um novo público.

Foi um dos primeiros First Person Shooter, e foi planeada uma nova versão em 1997 que ficou presa em detalhes e acabou por sair só em 2011. A popularidade da personagem fez com que chegasse a ser planeada uma versão em cinema, mas nunca chegou a sair nada.