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As Pilhas não podiam faltar por casa, afinal como podíamos ouvir música no rádio, ou usarmos os brinquedos electrónicos sem pilhas? As pilhas Tudor eram das mais utilizadas lá por casa, e era na casa de muitos Portugueses.

As pilhas Tudor estavam sempre presente na minha vida, tanto na minha casa como na da minha avó,  já que os rádios que ouvíamos eram alimentados por pilhas médias e grandes dessa marca. Como naquela altura as AA não eram muito necessárias, só me lembro de ver pilhas deste tamanho desta marca, que podíamos comprar nas drogarias e nalguns supermercados

Mas eles também eram famosos pelas baterias para automóveis, os placards às portas das oficinas eram sempre bem sugestivos. Quase toda a publicidade da marca era bem interessante, tendo uma presença constante nas páginas de jornais e revistas.

A Sociedade Portuguesa do Acumulador Tudor, Lda (SPAT), foi fundada a 1 de Julho de 1920, e em 1935 instalou no Dafundo a primeira unidade industrial de baterias, que em 1935 não conseguia dar vazão, e em 1950 fundou-se a nova fábrica da Castanheira do Ribatejo.



Em 1979, tem Inicio a produção de baterias em polipropileno numa nova unidade industrial em Castanheira do Ribatejo. Nesse mesmo ano foi criada a AZAI, a fim de produzir componentes em plástico para baterias, e foi fundada a SONALUR em 1984, a fim de se iniciar o processo de reciclagem de baterias de chumbo. É a única empresa do ramo a operar em Portugal.

A empresa esteve sempre a aprimorar os materiais com que trabalhava, cumprindo todas as normas de segurança e sendo por isso uma das preferidas de todos. Foi perdendo terreno no mercado das pilhas, mas continua em funções nas baterias para automóveis.

Uma marca nacional querida por todos, com os anúncios a apoiar a selecção nacional, usando uns bonecos que acabariam por se tornar sinónimo do produto, a fazer parte das minhas memórias.






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