2015 - Ainda sou do tempo

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

... do Egas e do Becas

quarta-feira, dezembro 30, 2015 0
... do Egas e do Becas

Eram das personagens mais populares da Rua Sésamo, dois grandes amigos que provavam que apesar das diferenças nas suas personalidades, conseguiam ser grandes amigos e viver juntos. Um era divertido, extrovertido e ingénuo, enquanto que o outro era muito sério, meticuloso e tímido.

Bert and Ernie no original, manipulados por Frank Oz e Jim Henson rapidamente conquistaram tudo e todos, com as suas rábulas típicas de odd couple. Por cá tiveram a voz de Rui de Sá (Egas) e Rui Paulo (Becas), e originaram vídeos muito divertidos, como o mítico "Peixe, peixe, peixe", o no Egipto ou ainda o da trovoada.

















segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

... do Acqua Fresca do Boticário

segunda-feira, dezembro 28, 2015 0
... do Acqua Fresca do Boticário

Alguém chamou-me a atenção do Acqua Fresca, uma colónia da famosa marca O Boticário que espalhou o seu perfume por Portugal na década de 90. Devido ao seu preço acessível, esta fragrância fresca estava por todo o lado, marcando o cheiro quer das mulheres mais novas quer das mais velhas. Quem mais se recorda?














sábado, 26 de dezembro de 2015

... das Misteriosas Cidades de Ouro

sábado, dezembro 26, 2015 0
... das Misteriosas Cidades de Ouro

A série de animação as Misteriosas Cidades de Ouro marcou uma geração, misturando lições de história com ficção científica, numa co-produção entre a França e o Japão que ainda hoje é recordada com saudade, tendo sido alvo de um remake há relativamente pouco tempo.

A história passava-se na cidade de Barcelona e 1532, mostrando-nos como Esteban, um rapaz de 12 anos bastante reguila, lida com a morte do o seu tutor e a descoberta sobre a sua verdadeira identidade. Esteban havia sido resgatado por Mendoza, um marinheiro, enquanto estava à deriva no Oceano Pacífico.

Ganhou o apelido de "filho do sol" porque o mesmo aparecia quando ele aparecia, ficando muito popular por causa disso, mas decide então viajar com Mendonza para o Novo Mundo (América),para procurarem as misteriosas cidades de ouro e saber mais do seu pai. É durante essa viagem que ele conhece Zia, uma jovem Inca, que tem um medalhão estranho igual ao dele. A eles junta-se Tao, um rapaz descendente do Império de Mu e juntos vão viver enormes aventuras.

Passou na RTP em 1985, na sua versão original em Francês com legendas em Português, tendo sido repetida uns anos mais tarde e como todos os desenhos animados da altura, teve uma boa dose de merchandising onde a habitual caderneta de cromos não podia faltar.Teve também uma versão dobrada em Português e editada em dvd pela Planeta Agostini. Quem era fã?


















segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

... do Barco Pirata da Playmobil

segunda-feira, dezembro 21, 2015 0
... do Barco Pirata da Playmobil

Deixar aqui hoje só a memória daquela que foi uma das prendas mais desejadas do final da década de 80 e anos 90, o Barco de Piratas da Playmobil. Muitos eram fãs da Playmobil, e apesar de já existirem outros produtos de alguma grandeza (como o forte de cowboys), foi pelo barco que muitos salivaram e para isso contribuiu os diversos anúncios televisivos.













sábado, 19 de dezembro de 2015

... do Música no Coração

sábado, dezembro 19, 2015 0
... do Música no Coração

Um filme que se tornou um clássico da época Natalícia, já que era comum a RTP transmitir o mesmo nessa altura. Música no Coração mostrava-nos como uma jovem freira muda a vida de uma família, quando é chamada para tomar conta de 7 crianças, as quais acaba por conquistar com a sua bondade e paciência, para além de as animar com músicas bem divertidas.

The Sound of Music (Noviça Rebelde no Brasil, Música no Coração em Portugal) foi lançado em 1965, sendo baseado no musical homónimo de 1958, e foi um sucesso de bilheteira para além de agradar quase todo o mundo, tendo vencido cinco Òscares e diversos prémios. Sendo um musical, não foi de espantar que as músicas presentes nesta película se tornassem clássicos intemporais, que marcaram a vida de várias pessoas ao longo destes anos todos.

Com Julie Andrews e Christopher Plummer nos principais papéis. respectivamente Maria e Capitão von Trapp, podíamos ver as aventuras de uma jovem mulher austríaca que estuda para se tornar uma freira em Salzburgo no ano de 1938,  mas como não se dava bem com as regras do convento, é enviada para a casa de campo de um oficial da marinha viúvo e aposentado, para ser a governanta de seus sete filhos. Depois de trazer música e amor para as vidas das crianças através da bondade e paciência, ela se casa com o Capitão e encontram juntos a felicidade e o apoio para ultrapassarem a perda da terra natal.

Maria conquista os mais novos com músicas que os ajuda a encarar as tarefas de outra forma, ou simplesmente os educando e os divertindo ao mesmo tempo. Quem não se lembra das canções "My favourite things" ou "Do-Re-Mi", para além da que tem o mesmo nome do filme? Um clássico intemporal que todos devem ver pelo menos uma vez.














quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

... do anúncio Bom-Bokas de Natal

quinta-feira, dezembro 17, 2015 0
... do anúncio Bom-Bokas de Natal

Recordar mais um daqueles anúncios míticos do Natal dos anos 80, neste caso um que nos mostrava como todos queriam (e pediam ao Pai Natal) Bombocas para o Natal, e o pobre homem teve que ir a correr para uma loja onde esbarrou com a intransigência do dono, que afirmava "Só há estas, são para mim".













terça-feira, 15 de dezembro de 2015

... da Dona Xepa

terça-feira, dezembro 15, 2015 0
... da Dona Xepa

Dona Xepa foi uma novela da Globo, baseada numa peça de teatro com o mesmo nome e transmitida pela RTP no começo da década de 80. Teve algum sucesso mas não se livrou de algumas críticas, pelo ritmo lento dos episódios e a duração da mesma.

Foi em 1953 a primeira apresentação da peça Dona Xepa, que também foi apresentada em Portugal pela companhia teatral original, para além de ter sido alvo de adaptação por actores Portugueses nas décadas de 70 e 80, tanto no teatro como na TV.

Em 1977 estreou na Rede Globo a novela Dona Xepa, que passou na RTP entre Setembro de 1980 e Fevereiro de 1981. Teve uma revista dedicada a ela, e era motivo de capa na TV Guia e destaque no jornal Sete em diversas ocasiões.

Yara Cortes dava vida a Carlota Pires da Costa, conhecida como Dona Xepa, que cuidava dos seus dois filhos depois do marido a ter abandonado, trabalhando numa barraca de legumes nas feiras da zona sul carioca. O filho queria ser escritor e a filha ansiava por entrar na vida da alta sociedade, entre algumas peripécias, o filho concretiza o seu sonho e escreve uma peça a retratar a vida da sua mãe.

Uma curiosidade interessante é que foi num intervalo de um dos episódios que Raul Durão nos comunicou da morte do Primeiro Ministro Francisco Sá Carneiro.

Em 2013 houve uma nova adaptação televisiva no Brasil.















domingo, 13 de dezembro de 2015

... do anúncio Fantasias de Natal

domingo, dezembro 13, 2015 0
... do anúncio Fantasias de Natal

Recordar de novo o vídeo daquele que é O anúncio de Natal da geração dos anos 80, o anúncio aos chocolates Fantasias de Natal, com um avô malandro a roubar os chocolates à sua neta enquanto lhe conta uma história. Quando víamos isto na TV já sabíamos que vinha aí o Natal.













sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

... do Gremlins

sexta-feira, dezembro 11, 2015 0
... do Gremlins

O filme Gremlins foi uma das maiores febres de merchandising dos anos 80, apresentando animais de aspecto fofinho e outros mais aterradores, numa película de Natal que misturava terror e comédia. Com a produção de Spielberg, foi um dos maiores sucessos de bilheteira de 1984 e aquele que lançou a carreira do realizador Joe Dante.

Escrito por Chris Colombus, o filme sabia balançar momentos dramáticos com outros de terror, apresentado quase sempre com pitadas de humor negro e por vezes com alguma violência (a única crítica feita a esta história). Howie Mandel era a voz de Gizmo, o Mogwai que origina isto tudo, e Zach Galligan e Phoebe Cates os actores de carne e osso que dão vida ao casal protagonista.

Rand Peltzer ( Hoyt Axton) era um inventor fracassado que queria dar um presente de Natal único para o seu filho, Billy (Zach). Para isso entra em uma loja de artigos chineses onde encontra um Mogwai, um bichinho de aspecto super fofo. Só que ter um Mogwai envolvia muitas responsabilidades e o dono, um velho chinês, não queria vendê-lo por dinheiro nenhum. Entretanto, o neto do ancião o vende por 200 dólares e diz as regras essenciais para ter um Mogwai:

- Nunca colocá-lo diante da luz forte e muito menos na luz solar, que pode matá-lo;
- Nunca molhá-lo;
- E a regra principal, nunca o alimente após a meia-noite, mesmo que ele chore ou implore.


O começo do filme mostra cenas cómicas das invenções fracassadas do pai do Billy, ao mesmo tempo que vemos como está num trabalho onde é mal tratado e que apesar do mistério todo em torno do bicho, ele o chama de Gizmo e vivem cenas de grande ternura que nem nos fazia desconfiar do que vinha aí.

Quando o Mogwai é molhado acidentalmente, ele se multiplica assustadoramente dando origem a novos Mogwais. Estes aparentam ter mais malícia que Gizmo e enganam Billy para serem alimentados após a meia-noite, transformando-se em criaturas malignas chamadas de Gremlins. Entre eles há um que possui uma cabeleira na cabeça e que se destaca dos outros, provando ser o líder.

Eles atacam Billy e sua mãe que se conseguem safar de uma forma ou de outra, incluindo a cena mítica de colocar um animal dentro de um micro ondas e o destruindo ligando o mesmo. O líder escapa e vai para uma piscina onde se multiplica e lidera um exército que quase destrói a cidade. Torna-se divertido ver Billy e o seu vizinho a tentarem avisar os outros mas ninguém lhes ligava. As mortes que acontecem, ou acidentes, têm sempre uma pitada de comédia e o adolescente que ia ver este filme divertia-se bastante.

Lá os conseguem destruir com a luz do sol, e o velho Chinês volta para buscar Gizmo dizendo que a sociedade não está ainda pronta para eles. Em 1990 houve uma sequela, que falarei noutro dia. Quem mais é fã?











quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

... da música A Todos Um Bom Natal

quinta-feira, dezembro 10, 2015 0
... da música A Todos Um Bom Natal

Um dos maiores clássicos de Natal da nossa infância, todos aguardavam o momento em que o Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras começava a cantar A Todos um bom Natal no Natal dos Hospitais. Uma música animada com um refrão fácil de decorar, da autoria de César Batalha (música) e Lúcia Carvalho (letra).



Á todos um bom Natal
Á todos um bom Natal
Que seja um bom Natal para todos nós
Que seja um bom Natal para todos nós

No natal pela manhã
ouvimos o sinos tocar
e há uma grande alegria
no ar

A todos um bom Natal
A todos um bom Natal
Que seja um bom Natal para todos nós
Que seja um bom Natal para todos nós

Nesta manhã de Natal
Há em todos os paises
muitos milhões de meninos
felizes

A todos um bom Natal
A todos um bom Natal
Que seja um bom Natal para todos nós
Que seja um bom Natal para todos nós

eles andam pela casa
descaços oude chinelas
Procuram as suas prendas
tão belas

A todos um bom Natal
A todos um bom Natal
Que seja um bom Natal para todos nós
Que seja um bom Natal para todos nós

Depois fazem uma roda
as crianças dão as mãos
as crianças sentem se
irmãos.

A todos um bom Natal
A todos um bom Natal
Que seja um bom Natal para todos nós
Que seja um bom Natal para todos nós

Se isto fosse verdade
para todos os meninos
era bom ouvir os sinos
cantar

A todos um bom Natal
Á todos um bom Natal
Que seja um bom Natal para todos nós
Que seja um bom Natal para todos nós










terça-feira, 8 de dezembro de 2015

... do Carmageddon

terça-feira, dezembro 08, 2015 0
... do Carmageddon

Carmageddon foi um jogo para nenhum sádico botar defeito, podíamos dar azo à nossa sede de sangue e andar a atropelar pessoas e destruir carros enquanto tentávamos chegar ao fim da corrida. Originou uma série de jogos e foi um sucesso de vendas para PC, tendo tido versões para algumas consolas e mais recentemente para telemóvel.

Produzido pela Stainless Games, o jogo era baseado no filme de 1957 Death Race 2000, saindo em 1997 para PC, ainda via MS DOS, saindo mais tarde uma versão windows. Em 1999 saiu uma versão para Playstation, Game Boy e Nintendo 64, que apesar de serem populares não tiveram o mesmo impacto que a versão original.

Ao som de músicas dos Fear Factory, tínhamos que conduzir um carro em competição com outros, tentando chegar em primeiro mas ao mesmo tempo ganhar pontos enquanto atropelávamos pedestres ou danificávamos outros carros. Quem jogou isto?

















segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

... da mini série As Viagens de Gulliver

segunda-feira, dezembro 07, 2015 0
... da mini série As Viagens de Gulliver

Lembro-me de ver esta mini série no começo da SIC, e de ter gostado bastante da mesma, que é um retrato bastante fiel ao livro de Jonathan Swift e que tem um elenco talentoso, com Ted Danson em grande destaque. Foram dois episódios no original, que a SIC dividiu em quatro (um para cada viagem) e transmitiu às terças do verão de 1996.

Simon Moore adaptou a história do livro de Swift, enquanto que Charles Sturridge dirigiu esta mini série produzida pela Hallmark e a produtora Jim Henson. No elenco tivemos Ted Danson como Gulliver encabeçando um elenco que contava com Mary Steenburgen, Peter O'Toole, John Gielgud e Omar Sharif entre outros. A série foi gravada em Inglaterra e Portugal, capitalizando todos os cenários para que mostrassem a discrepância de altura entre Gulliver e os habitantes da ilha de Lilliput.

Nesta versão vemos Gulliver encarcerado num asilo psiquiátrico e vemos os flashbacks da sua aventura em Liilliput. Esta parte e o final são as maiores diferenças em relação ao livro, já que acaba numa toada mais positiva com Gulliver a abandonar a sua obsessão. De resto é das poucas adaptações que retrata as quatro viagens, e todas foram apresentadas de forma bastante interessante e com efeitos especiais que retratavam bem as diferenças das várias terras e aventuras que viveu.















quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

... do Vitinho

quarta-feira, dezembro 02, 2015 0
... do Vitinho

A RTP teve diversas animações a indicar que já era hora das crianças irem para a cama, mas a do Vitinho é sem sombra de dúvidas a que todos se recordam com facilidade. Uma criação de José Maria Pimentel, era a mascote de uma marca de produtos alimentares, que depois tornou-se protagonista de três vídeos que passaram no Canal 1, entre 1986 e 1997.

O Miluvit, da Milupa, queria criar uma campanha publicitária que chamasse a atenção dos mais novos, e foi assim que nasceu o Vitinho da mão do ilustrador José Maria Pimentel, a 2 de Fevereiro de 1986. Quando a RTP lançou um concurso para criar um novo espaço para "mandar"as crianças deitarem-se mais cedo, o autor concorreu, e venceu, com esta sua criação, fazendo assim com que a empresa alimentar tivesse, em horário nobre, publicidade gratuita à sua mascote.

José Calvário tratou da parte musical, tocada pela orquestra sinfónica de Londres, enquanto que José Mendes Martins tratava das letras, e foram 4 as vozes que interpretaram os temas do Vitinho, sendo que a primeira versão de Isabel Campelo é ainda hoje a preferida por muitos. Em 1988 foi a vez de Dulce Neves e o coro infantil da TAP, enquanto que Eugénia Melo e Castro cantou a versão de 1991, e por fim foi Paulo de Carvalho que deu voz à última versão de Vitinho, que foi para o ar em 1992.

Existiram singles com estas versões, uma almofada que se tornou um sucesso de vendas e diversos produtos de merchandising, como escantilhão ou calendários. Foi uma personagem que conquistou miúdos e graúdos, que viam os vídeos em conjunto e achavam piada ao pequeno rapaz. Em 2011 a Gooogle Portugal criou um doodle para comemorar os 25 anos do Vitinho.


Está na hora da caminha, vamos lá dormir
Vê lá fora as estrelas que dormem a sorrir
E amanhã cedinho, bem cedinho, tu vais ver
Acordas mais forte e mais esperto, isso é crescer
Boa noite!
[Mãe: Boa noite, dorme bem!
Pai: Vá lá, Vitinho, toca a dormir!
Mãe: Até amanhã! Um beijinho.]
Sonhos lindos, adeus e até amanhã!



Que é do sol
que ainda agora se via lá no céu
amou foi-se embora
por certo adormeceu
lá ao longe
tomando de mansinho
vem a noite a cantar
para embalar o teu soninho.
Tu aí, vem também
são horas de ir deitar
vá sorri sabes bem
dormir é ir sonhar.
E é tão bom
ir p’ra cama a pensar que amanhã
que amanhã
já está perto vai chegar.
Tanto sono
vou dormir,
Até amanhã



Vitinho: Oh! Já?!]
Já… vê tu, que eu nem pela noite dei
O tempo nunca chega, eu sei
Para rir, correr, saltar, brincar, viver
Vá, dorme, e agora a noite é um instantinho,
O sol, a serra, as flore, o mar.
Amanhã, muito cedinho,
Batem-te a porta para te acordar.



Quando a lua acordar
coisas que a vida tem
vai-se o mundo deitar
e tu também.
Ai quem me dera ir
dentro do sol morar
nunca ter de ir dormir
e só brincar.
E milhões de aventuras viver
com as estrelas no céu a correr
e à terra apenas voltar
se eu quiser.
Quando a lua acordar, tu vais adormecer






terça-feira, 1 de dezembro de 2015

... do Raul Solnado

terça-feira, dezembro 01, 2015 0
... do Raul Solnado


Raul Solnado foi um dos maiores nomes da nossa história audiovisual, humorista por excelência, conquistou os Portugueses com os seus trabalhos no teatro, os seus discos de humor ou como apresentador de programas de Televisão.

Nascido em Lisboa a 19 de Outubro de 1929, Raul Augusto de Almeida Solnado estreou-se profissionalmente no teatro em 1953, poucos anos depois e começou a participar em alguns filmes e na década de 60 conhece o sucesso ao adaptar um sketch do espanhol Miguel Gilla chamado "A Guerra de 1908", estreado na revista Bate o pé que esteve em cena no Teatro Maria Vitória em 1961.

O disco onde compilava esse e outros sketch bateu recorde de vendas e o tornou imensamente popular, aparecendo em programas televisivos tanto no Brasil como em Portugal. Ajudou a fundar o Teatro Villaret, e recebeu vários prémios pelo seu trabalho no teatro, para além de continuar a editar discos de humor.


No dia 24 de Maio de 1969 foi gravado o primeiro programa do "Zip-Zip", no Teatro Villaret. A última emissão foi no dia 29 de Dezembro do mesmo ano. O programa da autoria de Solnado, Fialho Gouveia e Carlos Cruz foi um dos marcos desse ano. Todo o país ficava vidrado nas entrevistas e adoravam os momentos de humor, onde Solnado se destacava ainda mais. Na década de 70 volta ao Brasil, onde chegou a interpretar uns momentos de humor no mítico programa Fantástico, da Rede Globo. Por cá ajudou a criar o programa A Visita da Cornélia em 1977, que se tornou um dos maiores símbolos da RTP.

A cada década que se passava, o humorista parecia se reinvetar e em 1981 protagoniza o mega êxito de teatro "Há petróleo no Beato", para além de conhecer sucesso na série "Lá em casa tudo bem". Nos anos 90 aparece na novela Banqueira do Povo, enquanto que no virar do Século ajuda a fundar a Casa do Artista, que visa ajudar ex actores em necessidade. Faleceu a 8 de Agosto de 2009, vítima de problemas cardiovasculares, deixando um legado invejável no Teatro, cinema e televisão.






















segunda-feira, 30 de novembro de 2015

... das Powerpuff Girls

segunda-feira, novembro 30, 2015 0
... das Powerpuff Girls

Sou um grande fã dos Cartoon Cartoons do Cartoon Network, e as Powerpuff Girls tornaram-se a dada altura um dos meus preferidos. Foram um símbolo do Girl Power, três meninas com super poderes e com atitude que conciliavam o ir à escola com o combate ao crime, enfrentando uma galeria de vilões bastante interessante.

As Powerpuff Girls foram uma criação de Craig McCracken, que o desenvolveu na faculdade, estreando como um Cartoon Cartoon no canal Cartoon Network em 1998. Esteve no ar até 2005, sendo nomeado e vencendo diversos prémios, para além de ter vários especiais e um filme que teve algum sucesso. Foram 78 episódios onde nos divertíamos a ver três meninas super poderosas (nome que teve no Brasil) a ter aventuras fantásticas, muitas das vezes enfrentando vilões que tanto podiam ter piada como ser bem perigosos.

Blossom era a ruiva líder do grupo, inteligente e sensata, Buttercup era a morena menina rapaz, impulsiva e corajosa, enquanto que a loura Bubbles era a mais inocente e ingénua das três.

Pudemos ver isto na TV Cabo no seu canal original, mas muitos viram pela primeira vez na TVI, numa versão dobrada em Português. Mojo Jojo e Him eram os vilões mais perigosos e depois existiam os patéticos que tinham os seus momentos, como os Amoeba Boys ou os Ganggreen Gang. Por vezes apareciam uns só de um episódio, como um simples chefe de família que um dia passa-se da cabeça ou um polícia corrupto.


Outras personagens regulares consistiam no Mayor de Townsvillle e a sua assistente (da qual não víamos a cara), a professora da escola e claro está o criador e "pai" delas, o professor Utonium. Volta e meia apareciam episódios delas só com os colegas da escola, ou então elas com alguma situação, como a Bubbles esconder um animal em casa ou encobrirem o facto do professor andar a roubar brinquedos para elas, para ficarem com eles.

Depois existiam episódios com referências de cultura pop interessantes, como quando quatro vilões se unem e formam um grupo que consegue derrotar as meninas num episódio cheio de referência aos Beatles. Alguns dos meus episódios preferidos incluem um que as meninas cortam o cabelo da Blossom de uma forma bastante interessante, ou aquele em que a Buttercup se recusa a tomar banho ou o que ela quer ganhar dinheiro com os dentes dos outros.

Envolvendo os vilões, gosto do que os Ganggreen gang enganam todos com falsos telefonemas, os que o Him aparecia, o do Mojo Jojo entrar numa festa de pijama das raparigas ou o que se descobre que ele ajudou na criação delas. Fora dos normais, adoro o que entra um mimo malvado e um de um mágico zombie. Era realmente uma série interessante, e das criações do Cartoon Network, uma das que se vê bem mesmo nos dias de hoje.














sexta-feira, 27 de novembro de 2015

... da banda Corrs

sexta-feira, novembro 27, 2015 0
... da banda Corrs


A banda Corrs teve o seu apogeu na segunda metade da década de 90, e o seu álbum Unplugged foi um dos maiores sucessos comerciais do virar do século, entrando para diversos tops e passando constantemente nas rádios de vários países.

Jim Corr e a sua irmã Sharon actuavam como um duo musical em bares da sua terra natal, a Irlanda e foi em 1990 que decidiram formar um quarteto, chamando as suas duas irmãs mais novas e formando assim uma banda familiar que produzia som com influência Celta e um tom de folk. Com uma mistura harmoniosa de instrumentos como o violino, guitarra, baixo e bateria entre outros, o grupo teve sucesso logo no seu primeiro disco.

Lançado em 1995, Forgiven not forgotten chegou a ser platina em diversos países, com destaque para a Irlanda, Austrália e Reino Unido. Os singles Runaway e o que deu nome ao álbum contribuíram para esse sucesso, fazendo com que a banda apostasse forte no seu segundo disco em 1997, que apesar de ter tido alguns singles de sucesso (como What can i do e So young), não foi tão bem recebido, a não ser no seu país natal.


Depois de terem gravado uma versão de Dreams para um tributo aos Fleetwood Mac, decidiram relançar este segundo álbum com novas versões dos seus singles de sucesso. Em 1999 sai em cd e dvd o seu concerto Unplugged, que catapultou o grupo para o estrelato a nível mundial. A versão acústica das suas músicas dava destaque as vozes e aos violinos, criando uma intimidade fantástica e vídeos que ficaram semanas nos tops de diversos países.

No virar do Século decidem lançar um disco numa vertente mais pop, o In Blue. Esse álbum ajudou a banda a manter o sucesso a nível comercial, e os singles Breathless, Give me a Reason e Radio voltaram a colocar o grupo nos tops mundiais e nas rádios. Pouco tempo depois faleceu a mãe deles, algo que afectou um pouco o grupo mas que não os afastou dos palcos.

Dedicaram o seu disco de 2005, Home, à sua mãe, mas pouco tempo depois decidiram parar um pouco para se dedicarem às suas famílias e a carreiras a solo. Curiosamente este ano anunciaram o regresso do grupo, vamos esperar para ver o que acontece.



















quinta-feira, 26 de novembro de 2015

... do Naybet

quinta-feira, novembro 26, 2015 0
... do Naybet

Naybet foi um dos melhores estrangeiros a jogar pelo Sporting Clube de Portugal, e um dos melhores defesas centrais que passou pelo nosso campeonato. Um jogador cheio de classe que ajudou a quebrar o jejum do clube leonino e que deixou saudades na sua massa associativa.

Nascido a 10 de Fevereiro de 1970 em Casablanca, Marrocos, Nourredine Naybet cedo começou a dar nas vistas, e aos 22 anos foi o capitão da selecção Marroquina que disputou os Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, o que acabou por lhe abrir as portas da Europa onde jogou pelo Nantes de França.

Foi titular na única temporada que por lá passou, indo parar ao Sporting de Sousa Cintra na temporada de 1994/95, para colmatar a saídas de Valckx.  Juntamente com Marco Aurélio assumiu-se logo como patrão da defesa e um dos preferidos dos adeptos leoninos, chegando a marcar dois golos, provando que podia ser útil na grande área contrária também. Foi peça fulcral para a conquista da Taça de Portugal, quebrando assim o jejum de título do clube de Alvalade.



Na temporada seguinte marcou 3 golos, continuando as suas boas exibições no centro da defesa, ajudando a equipa a vencer a supertaça e a chegar à final da Taça de Portugal, onde perdeu com o Benfica. Infelizmente foi vendido no final dessa temporada ao Desportivo da Corunha, a preço de saldo, onde esteve durante 8 anos, despertando a cobiça de grandes como o Manchester United ou o Real Madrid, devido a apresentar sempre boas exibições num campeonato competitivo como o Espanhol.

Venceu uma Liga, uma Taça do Rei e duas Supertaças e ganhando empatia com os adeptos, tendo tido direito a cânticos e tudo. Teve alguns atritos com o treinador Irureta e foi terminar a carreira para Inglaterra, alinhando pelo Tottenham de 2004/2005 a 2005/2006. Pela selecção do seu país foi sempre titular e esteve presente nos Mundiais de 94 e 98.

Foi um dos meus preferidos e que ajudou a trazer tranquilidade a uma defesa que não primava pela segurança.



















quarta-feira, 25 de novembro de 2015

... do anúncio da Control "de quem é isto?"

quarta-feira, novembro 25, 2015 0
... do anúncio da Control "de quem é isto?"

Deixar aqui um dos anúncios mais míticos do começo dos anos 90, que todos comentaram no dia a seguir e que era sempre mencionado no liceu, quando alguém fazia a mesma pergunta. Uma boa aposta da Control, algo simples mas que tentava demonstrar a importância do preservativo no dia a dia de um jovem.





                           











terça-feira, 24 de novembro de 2015

... do Lecas, mais certo que sem dúvida!

terça-feira, novembro 24, 2015 0
... do Lecas, mais certo que sem dúvida!

A personagem Lecas, do actor José Jorge Duarte, faz parte da infância de muitos de nós, sendo protagonista de muitos programas do final dos anos 80 e começo da década de 90. Hoje recordo o Mais certo que sem dúvida, que acompanhei nas manhãs de Sábado de 1991.

Lecas Mais Certo que sem Dúvida! foi mais um programa apresentado pelo actor José Jorge Duarte, encarnando a sua personagem mais popular, o Lecas. Foi transmitido entre 20 de Outubro de 1990 e 18 de Maio de 1991 no horário nobre da criançada de final de 80's começo de 90's, o Sábado de manhã. Dava no final da manhã, como era habitual na RTP nessa altura,

Da autoria de Manuel Vieira e Ana Vieira, contava ainda com três assistentes, Patrícia Vinagre, Sandra Lopes e Teresa Grilo. Havia jogos engraçados, sketchs humorísticos e convidados musicais, reportagens sobre temas interessantes para os mais novos e passatempos com prémios.

Chegou a ser lançado um cd com algumas das músicas do programa, chegando a #1 do top de vendas. Eu sempre gostei do Lecas, achava alguém divertido e "jovem", adorava as rábulas que faziam a dar a conhecer personagens históricas, e o jogo das grandes penalidades.













segunda-feira, 23 de novembro de 2015

... do eMule

segunda-feira, novembro 23, 2015 0
... do eMule

Numa altura em que existiam limites de downloads, todo o programa para descarregar ficheiros tinha que ser muito bem escolhido e havia factores importantes a ser considerados. O eMule tornou-se um dos favoritos dos Portugueses, quer pela grande variedade de ficheiros de origem nacional, quer pelo se poder controlar as horas de download.

O aplicativo para partilha de ficheiros eMule foi lançado a 13 de Maio de 2002, sendo mais um peer to peer numa altura que cada vez mais as pessoas queriam usar a internet para o download de ficheiros. Normalmente cada um desses programas era conhecido por ter uma grande variedade de algo em particular, no caso do eMule foi o facto de ter muita coisa de origem Portuguesa, fosse músicas, fotos softcore ou hardcore, ou desenhos animados falados na nossa língua.

Tinha uma função para recuperar ficheiros corrompidos, o que ajudava quando apareciam alguns problemas nas transferências. Quem mais usou este programa?

















domingo, 22 de novembro de 2015

... do jogo Alone in the Dark

domingo, novembro 22, 2015 0
... do jogo Alone in the Dark

Foi o primeiro jogo de terror em 3D, usando os gráficos de forma a criar um ambiente tenso e de horror, sendo aclamado pela crítica e pelo público pela sua qualidade a diversos níveis. Alone in the dark entrou para o livro do Guiness e originou diversas sequelas, tendo até tido direito a uma versão cinematográfica.

Criado pela Infogames para PC, este era para ser o primeiro numa série baseada no Call of Cthulhu, da obra de H.P. Lovecraft, mas o sucesso foi tanto que acabou por criar uma franquia com várias sequelas baseadas neste Alone in the Dark. Saiu em 1992 e foi logo considerado um dos melhores jogos da indústria, recebendo vários prémios da imprensa especializada e tornando-se um dos favoritos do público.

Existe a opção de escolhermos entre um protagonista masculino ou feminino (Edward Carnby ou Emily Hartwood respectivamente), que depois de escurecer são presos no interior da mansão assombrada de Derceto . Começava-se no sótão (o local do suicídio de Jeremy por enforcamento), e temos que encontrar uma saída, derrotando vários inimigos sobrenaturais, incluindo zumbis escravos, gigantes, e outros inimigos ainda mais bizarros, enquanto se explorava a mansão.


Começava-se sem armas, mas ao longo da história podíamos ir apanhando umas, apesar do combate só desempenhar um papel parcial na jogabilidade. Tínhamos que resolver vários quebra-cabeças e procurar na casa pistas para avançar na história e aprender mais sobre o que aconteceu antes da chegada do jogador.

Edward Carnby era um homem sem sorte, mas um investigador particular respeitável que é enviado para uma mansão na Louisiana para encontrar um piano antigo. Já Emily Hartwood era a sobrinha do último proprietário de Derceto.

Jeremy Hartwood foi o último proprietário da mansão Derceto e artista profissional. Horrorizado por pesadelos, que eram na verdade tentativas de Pregzt para possuí-lo, ele se enforca. Ezechiel Pregzt teria sido o mais sangrento pirata em todos os sete mares. Pregzt ancorou seu barco Astarte perto de Nova Orleans, Louisiana, e fez um esconderijo em um pântano, mas finalmente foi enforcado em 1620. Agora, o seu espírito vive debaixo da Mansão Derceto, esperando para viver novamente por possuir uma vida de acolhimento, humana e desencadear as trevas sobre o mundo.

A história é revelada ao jogador através de uma extensa série de livros e notas encontradas durante todo o jogo, e é fortemente influenciado pelas obras de Edgar Allan Poe e HP Lovecraft. O cenário para a história é inspirada por Poe "A Queda da Casa de Usher". Grimoires encontrados na biblioteca da mansão incluem o Necronomicon e De vermis Mysteriis, ambos tomados de Mythos de Cthulhu de Lovecraft.



























sábado, 21 de novembro de 2015

... do Macaco Adriano

sábado, novembro 21, 2015 0
... do Macaco Adriano


Foi um dos maiores símbolos da SIC no seu começo de vida, o Macaco Adriano era uma das figuras do Big Show SIC e tornou-se extremamente popular entre os mais novos, chegando a aparecer também no Buéréré. Foi uma ideia do produtor Ediberto Lima, e ajudou a destronar o programa Parabéns do Herman José e ajudar a estação a chegar a líder de audiências.

Era Carlos Ferreira o homem dentro do fato segundo sei, e a dada altura até músicas dedicadas a ele chegou a ter, provando a sua popularidade.
















quinta-feira, 19 de novembro de 2015

... da série Calor Tropical

quinta-feira, novembro 19, 2015 0
... da série Calor Tropical

Foi num Verão no começo dos anos 90 que pudemos ver a série Calor Tropical, transmitida no Canal 1 em horário nobre, conquistando alguns adeptos pelo nosso país. Uma série de acção passada em cenários quase paradisíacos, que mostra as aventuras de um ex agente da brigada anti tráfico na sua nova carreira como detective privado.

Tropical Heat foi uma produção Canadiana filmada no México (na 1ª temporada), Israel (na 2ª) e ainda na África do Sul (3ª). Criada por Sam Egan, a série teve 3 temporadas com 66 episódios no total, transmitidos entre 1991 e 1993. Misturando acção e comédia, o programa atingiu algum sucesso em diversos países, sendo que na Sérvia se tornou um programa de culto, já que servia de escape para os horrores da guerra que o país vivia na altura.

Em 2001 chegou a existir um filme, e algum tempo depois o actor principal visitou o país, onde foi recebido com pompa e circunstância. Por cá lembro-me de apanhar isto numa Segunda-feira de noite, de ter achado piada e de ter tentado seguir a mesma que era transmitido semanalmente no  Canal 1 da RTP.


Rob Stewart vestia a pele de Nick Slaughter, que se tinha mudado para a Flórida e decidido fundar uma agência de detectives. Bem parecido, chamava a atenção com o seu rabo de cavalo e camisas de cores berrantes, quase sempre desabotoadas. Carólyn Dunn dava vida a Sylvie Gerard, uma agente turística que virou a assistente de Nick, e como em tantas outras séries, notava-se uma certa química entre os dois mas que nunca avançou para algo mais.

Nick tinha a sua boa quota de engates, muitos feitos no bar da praia, onde o dono o ajudava nessas conquistas. A completar o elenco estava o tenente da polícia, Carrilo (Pedro Armendariz jr) que muitas vezes ajudava Nick nos seus casos.

Esta era uma daquelas séries excelentes para passar no verão, tinha belas paisagens de praias, mulheres bonitas (e algumas cenas quentes), muita acção e humor para descontrairmos um pouco a ver televisão.














quarta-feira, 18 de novembro de 2015

... da música Shaddap you Face

quarta-feira, novembro 18, 2015 0
... da música Shaddap you Face

Por vezes existem cantores que só com um single ficam na história para sempre, e no caso do Joe Dolce isso aconteceu com o hit Shaddap you Face. Uma canção divertida que nos deixa logo bem dispostos, chegando ao primeiro lugar em vários top's e marcou para sempre a carreira do cantor.

Joe Dolce escreveu a música que cantava num Inglês cheio de sotaque, falando sobre como a sua mãe falava consigo na infância, e a dada altura interagia com o público, pedindo para este cantar Hey quando ele assim o indicasse. Ficou três semanas no #1 do Reino Unido, oito na Austrália e chegou ao primeiro lugar em mais 11 países. Teve diversas versões por outros artistas, e é utilizado por diversos humoristas para versões engraçadas do quotidiano. Foi um dos maiores sucessos de 1981.


When I was a boy, just about-a eighth-a grade
Mama used to say, don't-a stay out late
With the bad-a boys always shoot-a pool
Gonna flunk-a school

Boy, it make-a me sick all the things I gotta do
Can't-a getta no kicks, always gotta follow rules
Boy, it make-a me sick, just-a make a lousy bucks
I gotta feel like a fool
(And mama used to say)

What'sa matta you, hey
Gotta no respect, whatta you think you do
Why you looka so sad?
It's-a not so bad, it's-a nice-a place
Ah, shaddap you face

Soon-a come-a day, gonna be-a big-a star
Gonna make a movies, buy a nice-a car
But still-a be myself, I'm-a never change a thing
Always dance and sing
('Cause I remember mama used to say)

What'sa matta you, hey
Gotta no respect, whatta you think you do
Why you looka so sad?
It's-a not so bad, it's-a nice-a place
Ah, shaddap you face

Hello everybody, that's out there in radio and television land
Did you know I had a bit hit song in Italy with this 'Shaddap You Face'
I sing this song and all my fans applaud
They clap their hands that make me feel so good
You ought to learn this song, it's really simple

I sing 'Whatsa Matta You', you sing 'Hey'
You sing the rest and at the end
We can all sing 'Ah, Shaddap You Face'
Okay, let's try it, really big Uno, Duo, Tre, Quatro

What'sa matta you, hey
Gotta no respect, whatta you think you do
Why you looka so sad?
It's-a not so bad, it's-a nice-a place
Ah, shaddap you face











terça-feira, 17 de novembro de 2015

... do Livro Cavaleiro da Dinamarca

terça-feira, novembro 17, 2015 0
... do Livro Cavaleiro da Dinamarca

 Sophia de Mello Breyner Andresen criou uma série de livros que viriam ficar na história da literartura nacional, como comprova o Cavaleiro da Dinamarca, que acompanhou diversas gerações de Portugueses. Muitos de nós travaram conhecimento deste livro na escola, já que fez quase sempre parte do plano de leitura e deve ter servido como porta de entrada para a obra literária desta autora.

Editado em 1964, o livro mostrava-nos a aventura de um Cavaleiro que decide viajar desde o Norte da Europa, até a Terra Santa, para orar no local onde Jesus tinha nascido. Ele deixa a sua família na Dinamarca, mas promete voltar para passarem de novo o Natal juntos.

Partindo na Primavera, chega rápido à Palestina e depois de uma peregrinação por vários locais sagrados, o nobre Cavaleiro chega ao local onde Jesus nasceu e passa a noite de Natal por lá. A viagem de regresso foi mais complicada, assolada pelo mau tempo que fizeram com que o Cavaleiro ficasse retido em Itália, onde fascinado pela beleza do país e decide o conhecer melhor.

Desesperado por regressar a casa, adentra na floresta onde vivia e tenta encontrar o seu lar, correndo inúmeros perigos quando uma tempestade quase lhe tira a vida, e tem ainda que enfrentar os perigos da vida animal que ali vivia. Segue uma luz forte que vê ao longe, sem saber que essa era da sua própria casa, fazendo com que ele chegasse são e salvo para a sua família.

Não é dos meus preferidos da autora, mas gosto de como existem várias histórias em paralelo ao longo doo livro, para além da mensagem de fé e esperança que acaba por ser o mote principal de toda a trama. A coragem que devemos ter quer para perseguir os nossos sonhos, quer para saciar a nossa sede de conhecimento.














segunda-feira, 16 de novembro de 2015

... do Filme Starship Troopers

segunda-feira, novembro 16, 2015 0
... do Filme Starship Troopers

Paul Verhoeven teve uns quantos filmes de sucesso nos anos 90, e no filme Starship Troopers teve um dos seus maiores êxitos. Um filme de ficção científica que era ao mesmo tempo uma sátira ao sistema militar Norte-Americano, para além de fazer apologia ao fascismo e utilizar algumas das imagens de marca do cineasta, como os anúncios e noticiários televisivos que ajudavam a avançar com a história.

Por cá recebeu o nome de Soldados do Universo, estreando a 30 de Janeiro de 1998, um ano depois de ter aparecido nos cinemas pela primeira vez nos Estados Unidos. O título Starship Troopers é o mesmo de um livro de Robert A. Heinlein, mas apesar deste ser também de ficção científica, as parecenças ficam por aí já que a versão cinematográfica segue outro rumo.

Ambientado no Século XXIII, a terra era como que um grande estado militar que colonizava e conquistava outros planetas, tendo encontrado dificuldades numa raça alienígena conhecida como os Insectos. Apesar da grande maioria dos humanos os achar uma raça inferior e ignorante, a verdade é que alguns membros dessa raça possuíam inteligência e sabiam criar armadilhas para os terrestres.


Acompanhamos a trajectória de Rico (Casper Van Dien), do seu melhor amigo Carl (Neil Patrick Harris) e de Carmen (Denise Richards), namorada de Rico, que andam juntos numa universidade em Buenos Aires e acabam por ir juntos para o exército. Juntamente com eles vai Dizzy (Dina meier), uma amiga deles que está também apaixonada por Rico mas este nem liga a isso. Na carreira militar eles acabam por se separar, Rico e Dizzy ficam na infantaria, enquanto que Carmen vai para piloto e Carl para a inteligência militar.

Na tropa fazem novas amizades, são desafiados pelos superiores e passam por algumas dificuldades. Sofrem um ataque terrível por parte dos insectos e é assim que percebem que estes também são inteligentes.Rico acaba por provar ser um bom soldado e vai recebendo várias patentes, subindo na hierarquia militar e chegando a tenente. Pelo filme vamos assistindo a diversas mensagens, que queriam realçar a lealdade cega que os militares exigiam, vamos todos para a guerra e vamos todos morrer.

Originou uma febre de merchandising, para além de ter produzido mais duas sequelas que não tiveram o mesmo impacto.














domingo, 15 de novembro de 2015

... do Batman The Animated Series

domingo, novembro 15, 2015 0
... do Batman The Animated Series

Batman TAS (The Animated Series) foi uma das melhores séries de animação dos anos 90, um desenho animado que respeitava a essência do Batman sombrio, inteligente e corajoso. Muitos de nós tiveram a sorte de ver isto nos finais de tarde do Cartoon Network, lá pelo começo da TV Cabo no nosso país. Influenciou outras séries de animação, e até a banda desenhada, que passou a incorporar algumas das suas personagens.

Bruce Timm e Eric Radomski foram as mentes por detrás deste programa, que apresentava uma complexidade e qualidade artística uns furos acima daquilo a que estávamos habituados. Os desenhos eram elegantes e  proporcionavam bons momentos de acção, para além de nos apresentar histórias sombrias e coniventes com a essência da personagem.

Esteve no ar durante três anos, de 5 de Setembro de 1992 a 15 de Setembro de 1995, num total de 85 episódios, transmitidos pela FOX e com produção da Warner Brothers, que produziu também dois filmes (um no cinema e outro para vídeo), que visavam capitalizar o sucesso de audiências que o programa tinha. Ficou em segundo lugar, sempre atrás dos Simpons, em diversas listas para eleger o melhor desenho animado de todos os tempos, para além de ser considerada a melhor versão animada do Batman.



Era evidente a influência dos filmes de Burton no aspecto visual do desenho, com as cores de tonalidade noir e coisas como dirigíveis da polícia, para além de todo o aspecto sombrio que a cidade apresentava. Timm tratou do aspecto visual das personagens, enquanto que Radomski idealizou o cenário gótico que podíamos apreciar em cada episódio. Paul Dini e Alan Burnett foram os outros dois produtores da série, que tinha Andrea Romano a dirigir o elenco de actores que dava voz aos heróis e vilões do programa.

Um aspecto curioso era de que os diálogos eram gravados com ambos os actores em estúdio, e não em estúdios separados como era hábito. Kevin Conroy era o Batman, Bob Hastings o comissário Gordon e Robert Constanzo como o detective Bullock. Tínhamos ainda a Melissa Gilbert (de Casa na Pradaria) a vestir a pele de Batgirl, enquanto que Loren Lester era o Robin. No lado dos vilões Mark Hamill (de Star Wars) roubava a cena como Joker, interpretando-o de uma forma irracional e muito a ver com a personagem.

O Pinguim foi outro dos vilões com um bom tratamento, mas no geral todos os que apareceram na série eram fiéis à BD e com um bom design artístico. E depois ainda houve o caso da Harley Quinn, a louca apaixonada pelo Joker, que teve tanto sucesso que acabou por ser incorporada na BD também.

Foi uma boa  série, acabei por comprar os dvd's e ao rever os mesmos posso comprovar que não envelheceram mal e a qualidade ainda está lá.