3

Age of Empires foi uma das melhores franquias de jogos de Estratégia Real para PC do final do Século XX, um grande vício para quem gostava de jogos do género, que assentavam basicamente mapas aleatórios e campanhas militares.

Foi um dos jogos mais fortes da Microsoft, saiu em 1997 e o seu sucesso foi tanto que deu origem a 6 títulos diferentes (e suas respectivas expansões) e a 4 jogos inspirados nesta Franquia. Foi um dos maiores sucessos da Ensemble Studios, empresa que desenvolveu o jogo, o que não espanta devido à jogabilidade viciante dos títulos e a sua preocupação em realçar eventos históricos.

Foram mais de Vinte Milhões de cópias vendidas, com a crítica rendida à qualidade do jogo em relação aos temas históricos abordados, e o público pelo facto da Inteligência Artificial do jogo lutar sem códigos, ao contrário da concorrência.


O jogo Age of Empires foi baseado nas guerras antigas no ocidente e no oriente durante as quatro idades da Antiguidade: Idade da Pedra, Idade da Pedra Polida (chamada no jogo de Idade da Ferramenta), Idade do Bronze e Idade do Ferro. Já o seu pacote de expansão (The Rise of Rome) é baseado na formação e expansão do Império Romano.

Os que mais joguei foram os dois jogos seguintes, Age of Empires II: The Age of Kings e seu pacote de expansão, The Conquerors, que retratam as conquistas militares da Idade Média, início da Idade Moderna e a conquista Espanhola do Império Azteca.

Deixei de ligar ao jogo, mas este continuou a ter as suas sequelas, os três títulos subsequentes (o jogo Age of Empires III e os seus pacotes de expansão The WarChiefs e The Asian Dynasties) exploram já as épocas pré-modernas, incluindo os períodos da colonização Europeia da América e a expansão de várias nações Asiáticas. Existiram ainda jogos relacionados com a série, como o Age of Mythology (e posteriormente o pacote de expansão The Titans) que utiliza os mesmos elementos de Age of Empires, mas abordando a Mitologia Grega, Egípcia e Nórdica.


Uma coisa que também me agradava no jogo, era a sua banda sonora, a música adequava-se bem ao ambiente histórico dos jogos e ajudava a que ele não se tornasse maçador quando se usava somente o rato para avançar em algumas etapas do jogo.



Tínhamos que escolher a civilização que queríamos e no jogo ir criando vilas, organizar exércitos e ter sempre que explorar recursos para manter a vila funcional e os exércitos armados. Comida, Madeira, Ouro e Pedras tinham que ser recolhidos, para construir edifícios, treinar unidades e desenvolver tecnologias. Estes recursos podiam ser explorados no cenário, ou então construía-se um mercado para ajudar à troca desses recursos.

Para além de manter os nossos vilarejos, tínhamos que atacar e destruir unidades e construções inimigas, o que ajudava à longevidade da coisa. Perdi muitas horas neste jogo, mas diverti-me bastante com todas as suas versões e continua a ser para mim um dos melhores jogos de Estratégia.





















Enviar um comentário Blogger