Ainda sou do tempo

domingo, 20 de maio de 2018

... das Botas Texanas

domingo, maio 20, 2018 0
... das Botas Texanas

Hoje ao ler uma entrevista, lembrei-me daquela que foi uma febre nos anos 90, as Botas Texanas. Todos queriam ter umas Texanas, apesar do preço proibitivo daquilo, e era algo que apelava tanto ao público masculino, como ao feminino. Quem teve umas?
















sábado, 19 de maio de 2018

... do programa O Juiz Decide

sábado, maio 19, 2018 0
... do programa O Juiz Decide

Foi um dos maiores sucessos do começo da SIC, um programa onde víamos duas pessoas a discutirem sobre quem teria razão na disputa que tinham.

Transmitido entre 1994 e 2001, o Juiz Decide era um sucesso de audiências, sendo emitido pela SIC ao final da tarde, a seguir a outro campeão de audiências, o Praça Pública. Como era comum no começo deste canal, este era mais um programa populista, que apelava ao sensacionalismo e à sede que todos têm de saber o que se passa com os outros.

Eduarda Maio era a apresentadora de serviço, fazia a introdução e punha-nos a par do que ia acontecer por ali. Tinha sempre público na sala de audiências, e Eduarda tinha ainda a ajuda de um rapaz e de uma rapariga (a dada altura uma jovem Liliana Campos e José Carlos Pinheiro), que lhe davam a conhecer o que cada um dos arguidos reclamava. Lembro-me também de que Ana Marques chegou a apresentar isto, não me recordo se no final ou se no começo.

Aparecia ali de tudo, problemas entre senhorios e inquilinos, divórcios, partilhas, problemas entre vizinhos, tudo o que possamos imaginar passou por aquele programa. No começo existia aquela dúvida, que era potenciada pelo canal, de que aquilo era tudo real, mas o mais provável era que tudo era encenado.

Existiram dois juízes, o primeiro era mais austero e sério, de cabelo grisalho, e o outro, moreno e meio calvo, era um pouco mais afável. Só sei o nome de um deles, Ricardo Velha.








quarta-feira, 16 de maio de 2018

... do Gelado Flash Cola

quarta-feira, maio 16, 2018 0
... do Gelado Flash Cola

Foi uma daquelas aparições fugazes nos cartazes da Olá, mas deixou memórias, quer pela originalidade da sua forma, quer por este anúncio, onde oferecia um relógio que se transformava num pequeno jacto. Apareceu em 1986, tinha 2 sabores, a limão e a cola, e o seu aspecto fazia lembrar o de um foguetão. Quem se lembra?



Primeira foto retirada de Mistério Juvenil, e as outras duas do blog Enciclopédia de cromos.










sexta-feira, 11 de maio de 2018

... do Sabão Azul e Branco

sexta-feira, maio 11, 2018 0
... do Sabão Azul e Branco

Se houvesse realeza no mundo dos sabonetes, não haveria dúvida de quem seria o rei. O Sabão Azul e Branco é bem conhecido por todos, era usado para lavar roupa, para lavarmos o cabelo, ou simplesmente para lavarmos as mãos.

O Sabão azul e branco,  também conhecido como sabão Offenbach, é produzido em Portugal desde 1850, e rapidamente se tornou um produto usado por tudo e por todos. Conhecido pelo seu cheiro característico, este sabão é apreciado também por ser muito mais eficaz na limpeza do que outros produtos do género.

Por alguma razão era usado na desinfecção de médicos e enfermeiros nos blocos operatórios, e muitas pessoas usam para lavar o cabelo, devido a um mito que diz que ajuda a prevenir a queda dele. Este produto é muito parecido com o Sabão de Marselha, e é composto por gordura saponificada, água e silicatos, sendo fabricado em barras azuis (por vezes rosas), com um peso que varia entre as 400 e 1500 gramas.

Durante muitos anos, era sentir este cheiro quando passávamos perto de algum local com tanque de lavar roupa, já que era usado pelas nossas mães e avós para esse efeito, sendo que o sabão Clarim era o mais popular.

Um produto que ainda é fabricado, mas já longe da popularidade que já teve. Curiosamente existem várias marcas de detergente de roupa, que usam o cheiro deste sabão, para promover o seu produto.












quinta-feira, 10 de maio de 2018

... do Tampinhas da Frisumo

quinta-feira, maio 10, 2018 0
... do Tampinhas da Frisumo

Foi uma das mascotes mais populares em Portugal, talvez uma das últimas cheias de carisma e sempre alvo de destaque. O Tampinhas era a cara da Frisumo, oferecia bastantes prémios e tornou-se um item popular entre os mais novos.

A Frisumo não era a primeira escolha de muitos de nós, tinha forte concorrência nesse sector, e no começo dos anos 90 fez um esforço extra para mudar isso, surgindo então o Tampinhas. O aspecto era bastante jovial, uma tampa com braços, pernas, olhos e boca, equipada com um chapéu ao contrário e uns ténis bastante coloridos.

Aparecia em diversas revistas, de banda desenhada e não só, sempre a oferecer bastantes prémios para cativar os mais novos. Pins, autocolantes, skates, walkmans, de tudo um pouco foi oferecido por esta mascote, que a dada altura (em 1993) passou também a patrocinar o programa Agora Escolha, que na altura era transmitido no Canal 1.




Primeira e última imagem retiradas do blog enciclopédiadecromos.blogspot.com















terça-feira, 8 de maio de 2018

... da colecção de livros Arrepios

terça-feira, maio 08, 2018 0
... da colecção de livros Arrepios

Nos anos 90, existia uma colecção de livros que mostrava terror aos adolescentes com alguma comédia à mistura. Os Arrepios fizeram sucesso um pouco por todo o mundo, e Portugal não foi excepção.

O autor Robert Lawrence Stine (mais conhecido por R.L. Stine), decidiu apresentar uns livros de terror que todos pudessem ler, apostando então num estilo que apresentava as histórias com algum humor, conquistando assim o público adolescente.

A linha Goosebumps, conhecida por cá como Arrepios, teve sessenta e dois livros, publicados entre 1992 e 1997. Foram editados por cá pela AbrilControljornal, que fazia bastante publicidade à linha nas suas revistas de banda desenhada, tentando assim chegar a um público mais juvenil. Mais tarde a Porto Editora lançou por cá a série Goosebumps HorrorLand, mas sem o mesmo sucesso.

A linha original teve uma grande aceitação, os livros eram apresentados com protagonistas adolescentes, com a história a ser narrada na primeira pessoa, apresentando aventuras carregadas de um terror sobrenatural, muitas vezes com um final surpreendente.


Como o público alvo era os mais novos, o terror apresentado nunca era muito intenso, para além de ter muitos clichés do género. No entanto, as histórias eram envolventes e bastante interessantes, e para quem se quer iniciar no género, era uma excelente porta de entrada.

Foi também realizada uma série baseada nos livros, que também foi transmitida por cá, transmitida entre 1995 e 1998. Alguns dos títulos também foram lançados sob a forma de filmes, provando o sucesso da linha.

Foi por isso natural que o autor continuasse a escrever outros livros, mantendo sempre o sub título Goosebumps. No Brasil, os livros são lançados pela editora Fundamento, mantendo o título original da série.






sexta-feira, 4 de maio de 2018

... dos Gelados Globo

sexta-feira, maio 04, 2018 0
... dos Gelados Globo

Já aqui falei de duas marcas de gelados que marcaram todos nós, a Olá e a Raja, hoje é a vez da Globo. Um produto nacional, reconhecido dentro e fora de portas,e que nos anos 80 teve um pico de popularidade, com colecções de calendário a serem lançadas com fotos dos seus produtos.

Fundada em 1935, a fábrica tem sede na Maia, em Gondim, e foi pioneira no fabrico de gelados no nosso país. A empresa tem outros produtos congelados, como Francesinhas, mas foram os gelados que fizeram a fama da Globo.

Nos anos 80, podiam ser encontrados cartazes em alguns estabelecimentos, e os produtos por vezes eram confundidos com os da Olá, devido aos nomes e aspecto visual. Existia um chamado Pirata, que era do mesmo género do Perna de pau, por exemplo.

Também existiam em cartas de sobremesa, e aí sempre foram bastante apreciados. De referir ainda que a marca fabrica gelados de marca branca, para diversos estabelecimentos comerciais de renome.